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Porto Alegre, terça-feira, 06 de agosto de 2019.

Jornal do Comércio

Cultura

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literatura

Edição impressa de 06/08/2019. Alterada em 06/08 às 14h16min

Maria Tomaselli autografa novo livro nesta terça-feira na PocketStore

Artista explora temas como desigualdade social e sistema carcerário em nova publicação

Artista explora temas como desigualdade social e sistema carcerário em nova publicação


OTAVIO TEIXEIRA/DIVULGAÇÃO/JC
Maria Tomaselli autografa o livro Ela se chama Azelene (Libretos, 232 págs., R$ 40,00) nesta terça-feira (6), a partir das 19h, na PocketStore (Félix da Cunha, 1167). Na obra, a artista explora temas como desigualdade social e sistema carcerário demonstrando perplexidade frente a um contexto social incoerente e hipócrita.
Maria Tomaselli autografa o livro Ela se chama Azelene (Libretos, 232 págs., R$ 40,00) nesta terça-feira (6), a partir das 19h, na PocketStore (Félix da Cunha, 1167). Na obra, a artista explora temas como desigualdade social e sistema carcerário demonstrando perplexidade frente a um contexto social incoerente e hipócrita.
A narrativa romanceada, fictícia, mas verdadeira, mostra Azelene, presidiária em regime semiaberto aceita para trabalhar em uma casa de classe média, como um conjunto das percepções que a patroa Karolline tem sobre ela. Tomaselli se inspirou em diferentes experiências para escrever sobre esse universo. Há 40 anos, acompanhou Iberê Camargo em suas aulas de pintura para apenados no Presídio Central (que ela prosseguiu sozinha após o retorno dele ao Rio de Janeiro). Outro episódio foi uma viagem de ônibus em que escutou a história de uma passageira.
Ela se chama Azelene é o terceiro livro da artista visual que, às vezes, se aventura na escrita. Já lançou Vito (contos, Escritos, 2017) e Kai (memórias, Escritos, 2014). Nesta obra, ela apresenta também gravuras em metal da série Voos abortados e fragmentos do escritor Fernando Cacciatore de Garcia.
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