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Porto Alegre, sexta-feira, 15 de março de 2019.
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Edição impressa de 15/03/2019. Alterada em 15/03 às 01h00min

José Miguel Wisnik lança nova obra no Centro Cultural da Ufrgs

Músico, escritor e professor Zé Miguel Wisnik lança 'Maquinação do mundo - Drummond e a mineração'

Músico, escritor e professor Zé Miguel Wisnik lança 'Maquinação do mundo - Drummond e a mineração'


RENATO MANGOLIN/DIVULGAÇÃO/JC
O Centro Cultural da Ufrgs (Luiz Englert, 333) sedia na Sala Ipê o seu primeiro lançamento literário, com uma obra de peso de um autor reconhecido, nesta sexta-feira, às 19h. A sessão de autógrafos de Maquinação do mundo - Drummond e a mineração (Companhia das Letras, 328 págs., R$ 64,90), de José Miguel Wisnik, é um evento aberto ao público, em uma parceria entre a editora e o Departamento de Difusão Cultural da universidade.
Na ocasião, o músico, ensaísta e professor paulista ainda conversará com Gonçalo Ferraz, poeta e professor do Departamento de Ecologia da Ufrgs. O bate-papo terá como temas a obra de Wisnik e seu processo de criação.
O paulista é autor de O Som e o sentido - uma outra história das músicas (Companhia das Letras, 1989/ 3ª edição, 2005), Sem receita - ensaios e canções (Publifolha, 2004) e Veneno remédio - o futebol e o Brasil (Companhia das Letras, 2008). Em Maquinação do mundo, o professor de literatura traz à luz um aspecto pouco conhecido da relação de Carlos Drummond de Andrade com sua cidade natal, Itabira do Mato Dentro, em Minas Gerais.
O local não foi para o poeta apenas uma lembrança da infância, mas uma experiência de mundo e uma ferida que o acompanhou toda a vida. Lá começou o processo de exploração do ferro no Brasil, e um de seus resultados, com o passar do tempo e a criação da Companhia Vale do Rio Doce, foi a destruição, com o autor ainda vivo, de um ícone da memória da cidade, o pico do Cauê.
Mais do que um levantamento documental dessa questão, o livro mostra como ela está presente de várias maneiras na poesia de Drummond, até mesmo quando ele aborda temas mais universais e metafísicos, como no famoso poema A máquina do mundo. Outra poesia analisada pelo ensaísta é Relógio do Rosário.
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