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Porto Alegre, segunda-feira, 31 de dezembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Cultura

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Cinema

Edição impressa de 31/12/2018. Alterada em 31/12 às 00h46min

O ano 2019 promete ser de alegria para os cinéfilos

Vidro, de M. Night Shyamalan, tem estreia prevista para 17 de janeiro

Vidro, de M. Night Shyamalan, tem estreia prevista para 17 de janeiro


/DISNEY/DIvULGAÇÃO/JC
Frederico Engel
Os dois primeiros meses do ano são sempre uma época alegre para os cinéfilos. São diversos os longas que concorrem a premiações que estreiam nas salas brasileiras. Para o restante do ano, produções gaúchas e a Disney são destaques.
Um dos longas gaúchos do ano é Bio, de Carlos Gerbase. Previsto para lançamento em março, a proposta da obra é funcionar como um falso documentário em uma narrativa fragmentada, mas que foca no emocional. O filme acompanha a história de um homem que viveu até seus 111 anos, teve quatro famílias e fez da Biologia sua razão de ser. Ele atravessa a segunda metade do século XX e mergulha no século XXI com uma sede imensa de conhecimento sobre a vida em nosso planeta. Ou, até mesmo, fora dele.
Vencedor do Festival Internacional de Cinema de Toronto como Melhor Filme, Green Book - O guia estreia no Brasil em janeiro. Apesar de ter sofrido um revés e não poder concorrer ao Oscar de Melhor Trilha Sonora, segue como um forte concorrente para a temporada das premiações, já contando com cinco indicações ao Globo de Ouro.
Dirigido por Peter Farrelly, Viggo Mortensen interpreta Tony Lip, segurança ítalo-americano que é contratado como motorista de Dr. Don Shirley - vivido pelo ganhador do Oscar Mahershala Ali -, pianista negro de classe alta, para uma turnê pelo Sul dos Estados Unidos. Durante o trajeto, eles precisam seguir o guia para levá-los aos estabelecimentos que aceitavam a presença de negros. Confrontados com o racismo, eles devem vencer diferenças e passar por transformações para avançar na jornada.
Quem está rindo à toa é o Mickey Mouse. A Disney está com o calendário recheado para o ano que vem. Além dos filmes produzidos pela própria, como os repaginados Aladdin (maio), Dumbo (março) e O Rei Leão (julho), há três filmes da Marvel: Capitã Marvel (março), Vingadores: Ultimato (abril) e Homem-Aranha: Longe de casa (julho) e um Star Wars (dezembro) para serem lançados em 2019. Lembrando que a companhia do Mickey é dona do Marvel Studios e da Lucas Film, que produzem os filmes da Marvel e os da franquia Star Wars, respectivamente.
O maior destes, provavelmente, é Vingadores: Ultimato. O filme recebeu seu primeiro teaser na sexta-feira passada e mostrou as consequências do universo após o confronto em Vingadores: Guerra Infinita entre os heróis e o vilão Thanos. Este, que deve ser o longa que encerrará um ciclo de 11 anos do Marvel Studios, tem data de estreia para 25 de abril.
O Rei Leão é outro aguardado lançamento da casa do camundongo. O filme deve se assemelhar em muitos aspectos à animação de 1994, mas mudando outros, semelhante ao que ocorreu com o live-action Mogli: O Menino Lobo, de 2016, que também foi dirigido por Jon Favreau. O elenco conta com destaques como Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba) e James Earl Jones (Mufasa).
Porto Alegre talvez seja vista em tela em um longa norte-americano. M. Night Shyamalan, diretor de Vidro, veio à capital gaúcha durante a produção do filme gravar cenas no bairro Rubem Berta e no Campus da Pucrs. Continuação direta de Fragmentado e de Corpo fechado, tem estreia prevista para 17 de janeiro. Além das presenças de James McAvoy, Samuel L. Jackson e Bruce Willis, Sarah Paulson completa o elenco.
Clint Eastwood está de volta para a frente das telas em A mula. Sem dar as caras desde Gran Torino, de 2009, ele também é diretor da produção atual. Com o elenco complementar composto por Bradley Cooper, Dianne Wiest, Laurence Fishburne e Michael Peña, o veterano estrela como Earl Stone, um homem de mais de 80 anos que está falido e sozinho. Ele recebe uma oferta de trabalho na qual sua única responsabilidade é dirigir. Sem perceber, ele se torna uma mula para transporte de drogas para um cartel mexicano. A estreia nas salas brasileiras está marcada para 14 de fevereiro.
Outro destaque do cinema gaúcho fica por conta de Legalidade. Com estreia prevista entre agosto e setembro, o longa relata a história do movimento político homônimo. Em 1961, o governador Leonel Brizola liderava este movimento, considerado sem precedentes na história do Brasil. O objetivo era impedir que os militares assumissem o governo, mobilizando a população para defender a posse de João Goulart, o Jango. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista tem o poder de mudar os rumos do País. Este foi um dos últimos filmes gravados por Leonardo Machado, falecido em setembro.
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