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Edição impressa de 28/12/2018. Alterada em 28/12 às 12h07min

A festa do streaming: confira destaques de 2019 na Netflix

Com Sandra Bullock, o thriller Bird Box é um dos lançamentos da Netflix

Com Sandra Bullock, o thriller Bird Box é um dos lançamentos da Netflix


NETFLIX/DIVULGAÇÃO/JC
O espectador pode preparar a pipoca e o sofá para os próximos meses. On-line em mais de 190 países, a Netflix promete aos assinantes um ano com muitos lançamentos - tanto de produções originais quanto de novos títulos. Principal concorrente nacional, a Globoplay é outra que se arma. Já são 20 milhões de pessoas que trafegam pelo serviço, embora a "maioria esmagadora", diz o presidente executivo da plataforma, João Mesquita, seja de não assinantes.
Na Netflix, as atrações já começaram: o filme autobiográfico Roma, todo em preto e branco, do diretor Alfonso Cuarón, entrou no catálogo em dezembro. Também recentemente, foi lançado Bird Box, longa com Sandra Bullock e Sarah Paulson. No enredo, definido como suspense psicológico, uma entidade ameaça a população e a única forma de se proteger é ficar de olhos fechados.
Em janeiro, as novidades já entram no dia 1, com a terceira temporada da aclamada Lemony Snicket - Desventuras em Série, adaptada dos livros. Em seguida, Lionheart, outra produção original Netflix, estreia com a luta de uma mulher para manter os negócios da família em um mundo preconceituoso. No dia 18, é a vez da queridinha Grace and Frankie.
Para os viciados em séries, não faltarão opções. É o que indicam as promessas da gigante internacional. A tão aguardada terceira temporada de Stranger Things, atração de suspense e ficção científica, está confirmada para 2019. Outra que caiu no gosto do público, O Mundo Sombrio de Sabrina também ganha sua segunda temporada, desenvolvendo a história da personagem principal, agora como uma bruxa completa. 
Já os fãs de quadrinhos poderão conferir, a partir de fevereiro, as histórias de Gerard Way (ex-vocalista da banda My Chemical Romance) e as artes de Gabriel Bá se transformarem em Umbrella Academy. Com Ellen Page no elenco, os episódios da nova série narram as aventuras e os problemas pessoais de uma família de super-heróis.
Continuações de grandes produções também são esperadas ao longo do ano que vem - porém ainda sem data oficial de estreia. É o caso da terceira temporada da série espanhola La Casa de Papel, que fez bastante sucesso entre os brasileiros, e do desenho Rick e Morty, animação adulta que retorna para o quarto ano. 
A receita global das assinaturas de plataformas de streaming, como a Netflix e a Amazon Prime, deve superar a bilheteria mundial de cinemas em 2019, diz estudo realizado pela empresa americana Ampere Analysis. De acordo com a pesquisa, espera-se que a receita com a assinatura desse tipo de serviços atinja US$ 46 bilhões (R$ 179 bilhões) no ano que vem, comparado com os cerca de US$ 40 bilhões (R$ 156 bilhões) que devem ser gerados pelas bilheterias de cinemas.
Nos Estados Unidos, a receita com a assinatura de plataformas de streaming ultrapassou a renda com bilheterias de cinema já em 2017, e prevê-se que o mesmo deva acontecer no Reino Unido até o fim de 2018. Segundo o estudo, a China, o segundo maior mercado cinematográfico do mundo, deve ver o mesmo movimento acontecer em 2019. Enquanto serviços como Amazon e Netflix ganham cada vez mais espaço em mercados relevantes como a Europa Ocidental, as bilheterias nesses locais permanecem estagnadas.
O estudo da Ampere sugere que uma das razões causadoras da mudança é o preço dos ingressos de cinema, considerado caro quando comparado com a assinatura mensal de serviços de streaming. A pesquisa, realizada em 15 países, mostra que, quanto mais caros os ingressos de cinema, menor o público total que comparece às salas e vice-versa.
No México, por exemplo, onde o custo médio de uma entrada é de cerca de R$ 10,00, mas cada pessoa vai, em média, 3,3 vezes ao cinema por ano. Na Escandinávia, onde os ingressos chegam a custar mais de R$ 51,00, a média per capita é de menos de uma visita ao cinema por ano. Mesmo em países com mercados tradicionais, como a França, o preço parece ser um empecilho, com os franceses indo, em média, 1,5 vezes ao cinema por ano, a um preço de cerca de R$ 31,00 o ingresso.
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