Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 18 de junho de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quinta-feira, 18 de junho de 2020.
Notícia da edição impressa de 18/06/2020.
Alterada em 17/06 às 22h03min
CORRIGIR

Eleições municipais

JEFFERSON RUDY/AGÊNCIA SENADO/JC
As eleições municipais já têm data acordada. A definição foi acordada em reunião de lideranças com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP, foto), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com a participação do ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Inicialmente as eleições para prefeitos e vereadores ocorrerão em primeiro turno dia 15 de novembro, e o segundo turno em 29 de novembro. Para o ministro Barroso, presidente do TSE, a mudança das datas das eleições só depende do Congresso Nacional. "Só falta o sinal verde do Parlamento."
As eleições municipais já têm data acordada. A definição foi acordada em reunião de lideranças com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP, foto), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com a participação do ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Inicialmente as eleições para prefeitos e vereadores ocorrerão em primeiro turno dia 15 de novembro, e o segundo turno em 29 de novembro. Para o ministro Barroso, presidente do TSE, a mudança das datas das eleições só depende do Congresso Nacional. "Só falta o sinal verde do Parlamento."

Eleições e epidemias

As datas para as eleições de 2020 foram indicadas por especialistas em evolução de epidemias, que preveem uma queda na curva de contaminação pela Covid-19 no Brasil a partir das próximas semanas. Além disso, estão sendo propostas a extensão do horário de votação e a organização de eleitores por faixa etária; visando a preservação e segurança dos mais velhos, que fazem parte do grupo de risco para do novo coronavírus.

Opinião dos parlamentares

O deputado federal gaúcho Heitor Schuch (PSB) acha que "a prorrogação parece plausível, justificada. Torço para que a pandemia dê uma trégua, porque senão vai ser muito ruim para muitas pessoas saírem de casa. Se for 15 de novembro ou 6 de dezembro não muda muita coisa". O parlamentar defende que a "Câmara dos Deputados tem de votar com urgência para informar aos partidos, porque essa data vai definir as convenções, as coligações. Vai definir o horário eleitoral". Além disso, argumenta Schuch, "o município, a célula mais importante, precisa também ter o seu tempo para debater as propostas, os projetos, fazer a campanha".

Para não ficar ao Deus dará

Heitor Schuch acredita que "tem uma coisa boa nas datas de 15 de novembro até 6 de dezembro. Não terá tanto tempo para o prefeito derrotado fazer a desorganização das prefeituras, como normalmente acontece em muitos lugares". Lembra que "esse prazo de 04 de outubro até primeiro de janeiro, são 90 dias onde normalmente, quem perdeu a eleição deixa tudo meio, ao Deus dará; muita coisa atirada. E ao novo prefeito que chega tem que reorganizar tudo. Sob este prisma, talvez, seja melhor a eleição, um pouco mais tarde".

Emenda à Constituição

Para o deputado federal gaúcho Jerônimo Goergen (PP), "em que pese o prenúncio de um acordo envolvendo os presidentes de Câmara e Senado, juntamente com os líderes partidários, é importante frisar que tudo isso precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional, já que uma alteração dessa natureza só pode ser feita por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), com a necessidade de votação em dois turnos em cada casa Legislativa".

Videoconferência com as bases

"Antes de anunciar o meu voto", acentua Goergen: "faço questão de consultar as lideranças municipais. Para tanto, estamos chamando uma videoconferência com nossa base, a ser realizada na próxima segunda-feira".

Vacina contra a Covid-19

O coordenador da frente parlamentar do Programa Nacional de Imunizações, deputado federal gaúcho Pedro Westphalen (PP), afirmou que, apesar de todo o empenho dos pesquisadores e da tecnologia que está sendo usada na criação da vacina, é preciso cautela para a realização dos testes clínicos.
 
Comentários
Edgar Lisboa
Edgar Lisboa
Notícias da capital federal e informações sobre projetos do Congresso Nacional e medidas do Palácio do Planalto, especialmente com interesse do Rio Grande do Sul estão na coluna Repórter Brasília. O jornalista Edgar Lisboa traz um resumo diário do que de mais importante acontece na tramitação do Legislativo e na movimentação da bancada federal gaúcha.