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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de setembro de 2019.
Dia da Amazônia.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 05/09/2019.
Alterada em 04/09 às 23h49min
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Setembro, mês da virada

O governo federal aposta na recuperação da economia, em setembro, que deve ser o mês da virada, o retorno do País à trajetória de recuperação, segundo anunciou, em Brasília, o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, num seminário sobre Reformas para o Crescimento. Na avaliação do secretário, os números de julho e agosto "inspiram cuidado", mas a fase ruim deve ter acabado em agosto, destacou.
Não tem mágica
Para o deputado federal gaúcho Afonso Motta (PDT), não tem mágica na política macroeconômica, e muito menos na atividade econômica interna do País. Segundo o parlamentar, "é preciso que haja um movimento da injeção da curva negativa, que é exatamente o PIB (Produto Interno Bruto) e o consumo das famílias, principalmente no transcurso do que possa haver, daí, um incremento de uma recuperação".
Recuperação do emprego
O congressista disse que tem a consciência plena de que "nós não vamos ter uma recuperação do emprego nos mesmos níveis que nós sempre tivemos, com mais vagas". Segundo o deputado, "não é só mais vaga, mas também tem que ter a compreensão dinâmica de aplicativos, de pejotização, de terceirização, que são atividades que hoje estão compondo a ocupação nacional". Esclareceu que, neste momento, "nós ainda não vemos isso para fazer uma declaração dessa ordem. Destacou que, em setembro, o mês vai virar e a gente vai ter um resultado que pode ser surpreendente".
Boas notícias
O parlamentar admite que poderemos ter boas notícias na atividade econômica, que podem produzir ânimo. "A reforma da Previdência, o movimento da reforma tributária que pode caminhar para um consenso, um entendimento. "
Virar o ânimo da população
Na opinião de Afonso Motta, o governo tem de virar o ânimo, a motivação; "além do que acontece aqui no Congresso, que tem que ser positivo por enquanto, principalmente pela reforma da Previdência e tantas medidas outras, é preciso produzir uma pauta produtiva".
Gestão da economia
O positivo, segundo o deputado, foi um crescimento de 15% em vendas de máquinas e crescimento da agricultura familiar, na Expointer, e vem aí o fim do ano, o Natal, com crescimento nas vendas do comércio. "Vamos preparar um ambiente positivo para dar um ânimo na atividade econômica. Tem dois segmentos da atividade econômica do Rio Grande do Sul que estão caóticos, que são a orizicultura e o leite. Tem ponto e contraponto. E em relação a nicho econômico, não estou querendo patrocinar o crescimento econômico, o que tem aí de verdadeiro e certo ou errado, (mas) está havendo uma gestão da economia. O ministro Paulo Guedes é criticado, ele tem uma visão de mundo que não é a minha, mas ele está tentando organizar", concluiu.
 
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