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Porto Alegre, sexta-feira, 15 de março de 2019.
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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Edição impressa de 15/03/2019. Alterada em 14/03 às 01h00min

Previdência terá avanço lento

Para o vice-líder do PDT na Câmara, deputado Afonso Motta (PDT-RS), o processo para a reforma da Previdência se inicia, mas é necessária uma organização por parte das forças governistas para que as discussões se estabeleçam. O parlamentar antevê "um longo e lento debate na Comissão de Constituição e Justiça, com tentativas, por alguns partidos, de obstrução, conferência de quórum e outras estratégias para ganhar tempo na discussão. Segundo o deputado, é muito difícil a proposta ser aprovada no primeiro semestre".
Falta experiência
Na opinião de Afonso Motta, "além de tudo, falta, ainda, ao governo, uma organização com relação a sua base. De um lado, o governo tem o seu partido de sustentação, que é o PSL, que é um partido sem experiência. Por mais méritos que possam ter os seus integrantes em eleições com grandes votações, mais aqui na casa, na participação do debate, no simbolismo, no imaginário, nas relações com os demais parlamentares, mesmo os parlamentares de oposição, é fundamental ter uma forma de atuação, ter um processo de organização para naqueles momentos decisivos, expressar aquela maioria da base governista; e isso ainda não está acontecendo".
Mulher do PTB
No encontro da Mulher do PTB, no Hotel Nacional, em Brasília, parlamentares, lideranças estaduais e nacionais homenageiam Elaine Matozinhos Ribeiro Gonçalves, delegada da Polícia Civil de Minas Gerais, criadora da Delegacia da Mulher. Na foto, Andréia Sessin, presidente do PTB Mulher de Santa Catarina; Tanise Sabino, presidente do PTB Mulher de Porto Alegre; Mari Deborto, dirigente do PTB Mulher, de Alvorada (RS); e Paula Vaz, dirigente do PTB Mulher, da capital gaúcha; e a secretária de Trabalho do Governo do Rio Grande do Sul, Regina Becker Fortunatti.
Em favor da igualdade
O deputado Maurício Dziedricki (PTB-RS) destacou o avanço da participação das mulheres para discutir temas antes difíceis de serem abordados, como: direitos trabalhistas, sexualidade, violência contra as mulheres, entre outros.
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