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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de setembro de 2018.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Edição impressa de 06/09/2018. Alterada em 06/09 às 01h00min

Lula preserva Haddad

Fernando Haddad

Fernando Haddad


HEULER ANDREY/AFP/JC
Enquanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se mantiver na crista da onda, seu candidato sobressalente, Fernando Haddad (PT), estará no noticiário, mas encoberto pela candidatura impugnada, livre de ataques frontais e outras contestações. O ex-prefeito paulistano chega às urnas com sua imagem intacta. Todo o fogo inimigo e amigo estará sobre o ex-presidente, que, com suas manobras e bem-calculados movimentos, atrai a atenção dos adversários, deixando a imagem do ex-prefeito de São Paulo incólume. É uma tática simples, mas que está funcionando. Com isto, Haddad pode aparecer na televisão e na mídia com sua cara limpa de bom-moço paulistano, sem defeitos nem culpas. Lula sabe o que faz, opina uma velha raposa de Brasília, rindo-se dos que criticam o chefão petista pela incompreensível insistência de permanecer como candidato oficial do PT.
Um Brasil diferente
O deputado federal gaúcho Onyx Lorenzoni (DEM) afirmou, na curta passagem dos deputados pelo Congresso Nacional, no início desta semana, que "o Bolsonaro colhe os frutos de um trabalho que vem fazendo há três anos e meio pelo Brasil. Começou, como se diz na nossa terra, solito, e foi evoluindo e conquistando as pessoas, virou um mito, e, hoje, na verdade, ele é a esperança de todos nós de um Brasil diferente".
Símbolo do basta
Na opinião do parlamentar, "mais que as roubalheiras que a gente assistiu aí nos governos do PT, mais do que a perda de recursos, de emprego, defendemos princípios e valores. A sociedade brasileira quer dar um basta nisso. O Bolsonaro, hoje, é símbolo desse basta", profetiza Onyx.
Apoio do Nordeste
O deputado Onyx Lorenzoni contabiliza os números do Nordeste. Argumenta que o símbolo do basta, "talvez, explique esses extraordinários pontos que ele vem fazendo em cada estado. Hoje mesmo recebi da Bahia, da Paraíba, do Piauí e do Rio Grande do Norte pessoas dizendo que está se levantando uma onda que seria incontrolável, e que, nesses estados, Bolsonaro ganharia no primeiro turno". Na avaliação do parlamentar, "se isso acontecer lá no Nordeste, temos a possibilidade de a eleição ter um turno só no Brasil".
Impacto dos ataques do PSDB
Respondendo a uma pergunta sobre qual o impacto e quais as consequências dos ataques que o PSDB vem fazendo ao candidato do PSL na televisão, Onyx Lorenzoni respondeu dizendo que "isso será a âncora que levará o Alckmin para o fundo do mar".
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