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Porto Alegre, quarta-feira, 29 de agosto de 2018.
Dia Nacional do Combate ao Fumo.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Edição impressa de 29/08/2018. Alterada em 29/08 às 00h59min

O alvo é o Bolsonaro

Estamos na semana em que os candidatos se preparam para a estreia da campanha eleitoral no rádio e na televisão, que, para alegria de alguns e preocupação de outros, começa na sexta-feira, dia 31. Geraldo Alckmin (PSDB) tem o maior tempo, e está depositando toda a sua esperança de sobrevivência nesta campanha, que é quando começa efetivamente a disputa eleitoral. Segundo alguns tucanos, o ex-governador de São Paulo vai mirar direto em Jair Bolsonaro (PSL), pois o comitê considera que ele é, hoje, o principal adversário de Alckmin. Vão atirar por todos os lados, principalmente, utilizando-se de inserções e spots ao longo da programação.
Ataques terceirizados
Alckmin pretende reforçar os discursos que ele já vem destacando durante a campanha nas ruas, de que os problemas do País não serão resolvidos à bala. Apesar de não dizer, explicitamente, o recado tem alvo certo: Bolsonaro. As críticas também pretendem mostrar que Bolsonaro defende o porte de arma. Mas, segundo os tucanos que voam baixo e evitam fazer algazarra, os ataques nas inserções não serão transmitidos pelo próprio Alckmin. Serão terceirizados e farão as provocações. O principal tema a ser abordado sobre o candidato do PSL será a segurança.
Todos olhando para a telinha
A campanha eleitoral, a partir de agora, será marcada pela aposta nos espaços da TV. Alckmin, Fernando Haddad (PT), Henrique Meirelles (MDB), Ciro Gomes (PDT), todos buscando alternativas para barrar Bolsonaro e Marina Silva (Rede), que, mesmo com tempo mínimo na televisão, oferecem perigo devido a seu crescimento nas redes sociais. O Nordeste, o paraíso de Lula, tem feito as equipes dos demais candidatos - Alckmin mais que os outros - desembarcarem por lá várias vezes. O partido mais forte no Nordeste chama-se Lula. O PT, sem Lula, não é aquela usina propulsora de votos. Motivo pelo qual Haddad tem começado suas incursões à região das secas.
A morte de Paixão em Brasília
A notícia da morte do fundador do tradicionalismo gaúcho, Paixão Côrtes, pegou todo mundo de surpresa em Brasília, nos gabinetes dos parlamentares gaúchos, catarinenses e paranaenses, que são as regiões em que mais se pratica o gauchismo no País. Independentemente de partido, de corrente à esquerda ou à direita a consternação era geral, pois o falecimento do folclorista gaúcho representa o fim da vida do último dos criadores do movimento cultural que, há mais de 60 anos, expressa a identidade do habitante do campo no Sul do Brasil. Entre muitas manifestações de pesar, salientava-se uma postagem do deputado federal gaúcho Luis Carlos Heinze (PP), compondo um lamento com o nome desse intelectual: "não era um amor qualquer. Era Paixão".
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