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Porto Alegre, quinta-feira, 16 de agosto de 2018.
Dia do Filósofo.

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Edição impressa de 16/08/2018. Alterada em 16/08 às 01h00min

Candidatura de Lula registrada

Os petistas cumpriram a promessa de cercar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) durante a entrega do registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República. Com bandeiras, camisas e bonés do MST, os integrantes do movimento entoaram gritos de guerra em apoio ao ex-presidente. Em um acordo com a Polícia Militar (PM), os manifestantes se comprometeram a não usar pedaços de madeira nas bandeiras, mas a regra acabou descumprida. Na avaliação da Polícia Militar, cinco mil participantes. Dos organizadores, 40 mil. Após a entrega do registro, em 24 horas, o TSE deve publicar o edital com o pedido de candidatura no Diário Eletrônico da Justiça.
Impugnação de candidatura
Até o fim de semana, será aberto o prazo de cinco dias para que o Ministério Público Eleitoral (MPE) ou partidos encaminhem a impugnação de candidatura de Lula. Terminado esse prazo, o PT tem sete dias para contestar a impugnação. Seguindo o rito normal, o processo pode estar concluso para o relator decidir no final de agosto. A partir daí, o caso vai a julgamento no plenário do TSE, onde sete ministros terão a responsabilidade de se manifestar. Se a corte negar o registro, o PT pode recorrer ao TSE para que analise novamente, mas a defesa do ex-presidente pode também questionar a decisão do TSE no STF.
Cada caso é um caso
Como já disse a nova presidente do TSE, a gaúcha Rosa Weber, "cada caso é um caso". Qualquer que seja o cenário, o TSE tem que decidir sobre o registro de Lula até o dia 17 de setembro, data-limite para que o tribunal faça a substituição de candidatos, a tempo de incluir os nomes nas urnas. Pelo jeito, a novela Lula ainda não acabou. E como diz um brizolista do Alegrete que passava por Brasília: "bateu no alambrado, mas o esperneio continua".
Liberato Salzano
No segundo esforço concentrado, às vésperas da tentativa de registro do ex-presidente Lula para concorrer ao Palácio do Planalto, os prefeitos continuam a garimpar recursos para os municípios antes das eleições de outubro. O prefeito Gilson de Carli (MDB), de Liberato Salzano, esteve em Brasília, nesta semana, buscando recursos para a finalização de a uma ponte no município de Rio Bonito. Por causa dos atrasos de repasses, faltam R$ 6 milhões. A obra beneficiará mais de 70 municípios da Região Norte do Rio Grande do Sul, produtores de suínos, de aves, citricultura, gado de leite; com os recursos, a obra sobre o Rio da Várzea poderá estar concluída em 60 dias. O pedido foi reforçado junto ao ministro Carlos Marun (MDB), secretário de Governo da Presidência da República. O prefeito também se reuniu com os dirigentes da Fundação Nacional do Índio (Funai) para, junto com as empresas de energia elétrica, buscar autorização para implantação de uma subestação de energia na região. Como fica próximo a uma área indígena, a Funai tem que autorizar.
 
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