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Porto Alegre, segunda-feira, 09 de julho de 2018.
Feriado em São Paulo - Revolução Constitucionalista.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 09/07/2018. Alterada em 08/07 às 23h51min

Fim de jogo, foco nas eleições

Agora o País vai mergulhar no ciclo das eleições, com primeiro turno em 7 de outubro

Agora o País vai mergulhar no ciclo das eleições, com primeiro turno em 7 de outubro


EDUARDO SEIDL/ARQUIVO/JC
Acabou a Copa da Rússia para o Brasil, e o sonho do hexa fica adiado por quatro anos. Como somos o País do futebol, voltarão logo os jogos do Brasileirão e, na política, mergulharemos no ciclo das eleições presidenciais de 7 de outubro, data do primeiro turno. O calendário prevê que a propaganda eleitoral começará em 16 de agosto e irá até 4 de outubro. Mas o quente mesmo ocorrerá nos bastidores, com a realização das convenções partidárias, entre 20 de julho e 5 de agosto. Será hora de definir as coligações, as escolhas dos vices à presidência da República, aos governos estaduais e quem serão os suplentes dos candidatos ao Senado Federal.
Lula vem aí?
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) insiste em correr por fora, e vive a expectativa de conseguir decisão favorável no Supremo Tribuna Federal para homologar a sua candidatura. Julgado em segunda instância e cumprindo prisão em Curitiba, Lula não pode, ao arrepio da lei, se candidatar a qualquer cargo. Porém, não podemos esquecer que o Judiciário está em recesso, e o ministro Dias Toffoli assumirá a presidência do Supremo nos afastamentos da titular Cármen Lúcia, que ocupará a presidência da República em três momentos, devido às viagens de Michel Temer (MDB) para o México e a África do Sul. Nessa ocasião, o PT encaminhará a candidatura de Lula e recurso ao Supremo, apostando que Toffoli tenha o mesmo desempenho dos últimos dias, quando decidiu pela liberdade de José Dirceu (PT). Assim como na Copa, não faltarão emoções nas eleições de outubro.
Pauta generosa
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Na avaliação do deputado federal gaúcho Afonso Motta (PDT), vice-líder do partido na Câmara, apesar da Copa do Mundo e das eleições, vai ficar pouca coisa por fazer no Congresso Nacional, porque a pauta "já está generosa". Segundo o parlamentar, a agenda apresentada, basicamente, está procurando atender aos compromissos do governo com relação às privatizações, ao petróleo e ao sistema Eletrobrás. Na realidade, "é definir o que já está andando e, depois, recesso e visita às bases".
Candidatos à presidência
Os principais pré-candidatos à presidência da República apresentaram, nesta quarta-feira, suas ideias a empresários, em debate concorrido na Confederação Nacional da Indústria (CNI), para tentar conquistar a simpatia do grupo mais relevante da economia brasileira. Participaram do encontro os presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL), Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT),
Geraldo Alckmin (PSDB), Alvaro Dias (Pode) e Henrique Meirelles (MDB). Afonso Motta (foto) assistiu ao debate na CNI e considera que o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, "está no páreo". Se fosse uma disputa, "hoje (mas ainda está longe), é uma disputa do Bolsonaro com o Ciro Gomes. Foi um bom debate, uma boa discussão".
Reforma trabalhista
Na avaliação de observadores políticos, os candidatos foram bem, mas nem todos agradaram aos empresários. Ciro Gomes e Marina Silva causaram desconforto ao tratar da reforma trabalhista, e Ciro, por sua vez, foi vaiado ao dizer que pretendia rever a reforma. Ele disse que só poderia revogar a reforma com a aprovação do Congresso, mas que havia assumido o compromisso com as centrais sindicais.
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