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Porto Alegre, terça-feira, 12 de junho de 2018.
Dia dos Namorados.

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 13/06/2018. Alterada em 12/06 às 22h07min

De olho nas pesquisas

Michel Temer

Michel Temer


NELSON ALMEIDA/AFP/JC
No início da semana legislativa, ontem, em Brasília, com os parlamentares ainda retornando de seus estados - já em campanha -, o assunto que dominava os corredores do Congresso Nacional - além da rejeição de 82% do presidente Michel Temer (MDB), revelada na última pesquisa do Datafolha (após greve dos caminhoneiros) - foi o resultado da pesquisa feita no Rio Grande do Sul, pelo Paraná Pesquisas, que surpreendeu a muitos.
Governador surpreende
A maior surpresa, segundo especialistas políticos, foram os números alcançados pelo atual governador gaúcho, José Ivo Sartori (MDB), com 28,3% das intenções de voto. Com isso, ele deve ir para o segundo turno - e, quem sabe, pela primeira vez, o Rio Grande reeleja um governador.
Queda da esquerda
Outro ponto que a pesquisa mostrou também é a queda da esquerda. O PT, por exemplo, sempre alcançava seus 30%. O candidato petista, Miguel Rossetto, aparece com 9,8%. Os outros candidatos citados são: o tucano Eduardo Leite, 10,8%; Jairo Jorge, do PDT, 8,2%; Luís Carlos Heinze, PP, 6%; Hermes Zanetti, 2,9%; Abigail Pereira, 2,7%; Roberto Robaina, 2,4%; e Mateus Bandeira, 1% - este, segundo os analistas, surpreendeu negativamente.
Duas vagas para o Senado
Para o Senado, Ana Amélia (PP) lidera com folga, 44,5%; seguida por Paulo Paim (PT), com 28,7%; Germano Rigotto (MDB), com 22,3%; Alceu Collares (PDT), com 11,3%; Beto Albuquerque (PSB), com 10,5%; e Sérgio Wais (Novo), com 3%.
Fortalecimento das coligações
Uma nova coligação será efetivada amanhã, no Rio Grande do Sul, e vai apoiar o pré-candidato ao governo do Estado Luís Carlos Heinz (PP). O acordo será sacramentado em evento às 11 horas no Hotel Everest, entre PP, Pros, PSC e Democratas. Dessa coligação - que vale para a majoritária e para a proporcional - sai o candidato a vice-governador. E, claro, apoio ao pré-candidato Jair Bolsonaro (PSL) ao Palácio do Planalto. Com isso, o grupo surge com uma bancada com cerca de 200 deputados e senadores.
Coligações e televisão
A chave do sucesso, agora, com a falta de recursos e o curto espaço para campanha, é acertar nas coligações e utilizar com competência a televisão e as mídias sociais. Tudo indica que o MDB fechará acordos com PSD e PSB. Já o PSDB trilha o caminho do PTB, com Luiz Carlos Buzatto. O PDT, com Jairo Jorge; o PT, Miguel Rossetto; o PCdoB, Abgail Pereira, e o PSOL com Roberto Robaina, a esquerda dividida.
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