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Eleições 2020

- Publicada em 00h38min, 07/10/2020.

Valter Nagelstein: Autolicenciamento e foco no primeiro semestre

"Em seis meses desejo concluir o projeto de lei", promete Nagelstein

"Em seis meses desejo concluir o projeto de lei", promete Nagelstein


LUIZA PRADO/JC
Dos desafios que a futura gestão municipal enfrentará em Porto Alegre, um dos principais será a revisão do Plano Diretor. O plano atual é de 1999 e aprimeira revisão entrou em vigor em 2010. Uma nova revisão está emandamentoe será concluída no próximo mandato. Para saber que perfil de planejamento urbano teremos nos próximos 10 anos, a coluna perguntou a candidatos e candidatas à prefeitura como pretendem conduzir a revisão e o que esperar do Plano Diretor na sua gestão.
Dos desafios que a futura gestão municipal enfrentará em Porto Alegre, um dos principais será a revisão do Plano Diretor. O plano atual é de 1999 e aprimeira revisão entrou em vigor em 2010. Uma nova revisão está emandamentoe será concluída no próximo mandato. Para saber que perfil de planejamento urbano teremos nos próximos 10 anos, a coluna perguntou a candidatos e candidatas à prefeitura como pretendem conduzir a revisão e o que esperar do Plano Diretor na sua gestão.
Valter Nagelstein (PSD)
“Espero nos primeiros momentos já retomar esse assunto. Em seis meses desejo concluir, no âmbito do Executivo, o projeto de lei”, declara Valter Nagelstein (PSD). O candidato considera o primeiro semestre do governo decisivo para o andamento de todas as políticas de governo. Valter critica o atraso no início da revisão. Segundo ele, a prefeitura deveria ter feito esse trabalho em 2018 e enviado para apreciação da Câmara em 2019. “A cidade está atrasada dois anos com isso”.
Outra crítica do candidato é à burocracia na aprovação de empreendimentos, que ele considera difícil e aponta que “(o trabalho) técnico entra em avaliações que não deveria entrar”. Para superar isso, tem como diretriz o autolicenciamento para obras que não sejam de grande impacto, conforme o previsto no Plano Diretor.
“Com as edificações, me preocuparia com volumetria e espaçamento. O problema hoje é que (regramentos) acabam entrando na parte interna dos prédios. Precisa dar mais liberdade arquitetônica”, defende. Para o candidato, “a construção civil é matriz econômica mais importante (da cidade). Não posso ter visão da esquerda que construção civil é especulação. Toda atividade produtiva não é especulação. Ganho é parte do negócio”.
Valter também promete revisar as contrapartidas de grandes empreendimentos, para que tenham uma visão mais social, e adensar os bairros já consolidados. “Esse adensamento tem que estar vinculado à infraestrutura urbana, não simplesmente adensar com a estrutura local”, explica, usando como exemplo que o aumento no número de moradores em uma região reflete em aumento no fluxo de veículos.
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