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Porto Alegre, segunda-feira, 05 de abril de 2021.
Dia dos Fabricantes de Materiais de Construção.
Porto Alegre,
segunda-feira, 05 de abril de 2021.
Notícia da edição impressa de 05/04/2021.
Alterada em 05/04 às 03h00min

Flexibilização

"Mesmo com flexibilização, empresas optam por portas fechadas em Porto Alegre" (Jornal do Comércio, página 11, edição de 26/03/2021). Se tem condições e não precisam dos clientes presencialmente, trabalhe com o delivery. Coisa boa se todos pudessem ficar em casa, mas infelizmente a situação financeira não proporciona isso. (Alexandre Krause)
"Mesmo com flexibilização, empresas optam por portas fechadas em Porto Alegre" (Jornal do Comércio, página 11, edição de 26/03/2021). Se tem condições e não precisam dos clientes presencialmente, trabalhe com o delivery. Coisa boa se todos pudessem ficar em casa, mas infelizmente a situação financeira não proporciona isso. (Alexandre Krause)
Flexibilização II
Parabéns a esses conscientes empresários(as). Aos demais que precisam abrir suas lojas, que pelo menos flexibilizem e reduzam os horários de trabalho de seus colaboradores que utilizam transporte público para evitar a aglomeração. (Antonio Carlos de Oliveira)
Flexibilização III
Não está na hora de flexibilização, os governos estadual, municipal e federal deviam ajudar os empresários para diminuir os impactos e focar na saúde, só vai acabar essa pandemia com a não circulação do vírus e a vacinação em massa! (Andrea Siqueira Da Silva)
Chefes militares 
Não sei por qual motivo estão fazendo tanta celeuma pela troca dos chefes militares. Afinal, eles são cargos de confiança do ministro da Defesa e também do presidente da República (Jornal do Comércio, página 17, edição de 31/03/2021). Se eles, por sua vez, não gostaram da troca do ministro da Defesa, deveriam sim pedir para sair. Logo, as vontades de trocar, pelo presidente Bolsonaro, e de sair dos comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica acabou sendo praticada. Nada de anormal, pois. (Nelson de Castro Mendes, Porto Alegre)
Privatizações
A matemática é simples, se não há condições financeiras, não há que se falar em aumentar os gastos públicos. As esferas públicas estaduais estão fazendo sua parte ao contribuir com um percentual de seu orçamento para o combate à pandemia. Toda a sociedade está pagando o preço advindo de um surto epidemiológico imprevisível. Quando o desequilíbrio surge, é que a resiliência se mostra essencial no espírito das pessoas. É público e notório, tanto na esfera estadual quanto na federal, que o Estado não tem condições de arcar sozinho com as despesas públicas. Nós, cidadãos (pessoas físicas e jurídicas) estamos pagando pelo custo da máquina pública. Buscar o equilíbrio fiscal é necessário. Otimizar os gastos públicos e maximizar as receitas são a ordem do dia. A empresa privada visa o lucro sim! Se não, quebra. Há algo de errado nisso? Presta, entretanto, serviço, entrega resultados é a grande diferença. A Fiocruz e o Butantan conseguirão, ainda em abril, entregar mais vacinas. Privatizar não faz mal à saúde. Entre idas e vinda, avanços e recuos a história progride. Vai dar certo! (Luis Antonio L. Dornelles)
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Roberto Brenol Andrade
Roberto Brenol Andrade
A opinião dos leitores do Jornal do Comércio é publicada diariamente no espaço Palavra do Leitor.