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Porto Alegre, sexta-feira, 24 de julho de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sexta-feira, 24 de julho de 2020.
Notícia da edição impressa de 24/07/2020.
Alterada em 24/07 às 03h00min

Simplificar tributos

Meus parabéns pelo editorial "Simplificar tributos é medida inadiável para o Brasil" (Jornal do Comércio, 23/07/2020)! Tributamos furiosamente as transações com o trabalho, tal como um mau vício a ser extirpado, a exemplo do fumo e do álcool, de todas as formas (sobre o consumo, sobre os serviços, sobre a folha etc.), nos três níveis da federação e sob as mais diversas denominações. A regressividade é altíssima, a sonegação violenta, mas tributar as transações financeiras seria abominável. (Antonio Augusto D'Avila)
Meus parabéns pelo editorial "Simplificar tributos é medida inadiável para o Brasil" (Jornal do Comércio, 23/07/2020)! Tributamos furiosamente as transações com o trabalho, tal como um mau vício a ser extirpado, a exemplo do fumo e do álcool, de todas as formas (sobre o consumo, sobre os serviços, sobre a folha etc.), nos três níveis da federação e sob as mais diversas denominações. A regressividade é altíssima, a sonegação violenta, mas tributar as transações financeiras seria abominável. (Antonio Augusto D'Avila)
Preconceito
Julgando-se superiores por terem dinheiro ou um cargo na Justiça, algumas pessoas debocham e humilham integrantes das polícias militares ou das guardas municipais. Teve até um desembargador debochando de guarda municipal que o advertiu para usar máscara, como determinava decreto municipal. Pois ele foi ridicularizado, chamado de analfabeto, teve rasgada a multa e jogada fora na sua frente pelo desembargador, o qual ainda falou como doutor jurídico, dizendo que decreto não era lei. Se esse cidadão não for pelo menos chamado a atenção pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o preconceito social estará consagrado no Brasil. Uma tristeza, mas nosso País é assim mesmo desde que era colônia de Portugal. (Roque B. Tavares, Porto Alegre)
Lockdown em debate
Muitos conhecidos meus que têm carros junto ao Uber estão quase se desesperando por conta da falta de movimento para ter clientes nos seus veículos. Se vier o lockdown, dizem que ficarão na falência. Este é um problema claro, quando o coronavírus só aumenta o número de mortos e infectados no Brasil todo. Tem que se cuidar da saúde e o isolamento é prescrito. O que vê, aí, é o fim de muitos serviços, comércios e utilidades cotidianas das quais sempre nos servimos, até março de 2020. Manter saúde e não acabar com a economia é o que se deseja, mas ninguém sabe como fazer esse equilíbrio tão importante. (Izalda de Carvalho, Porto Alegre)
Críticas infundadas
Até meados de maio, li, ouvi e vi muitas críticas na mídia cobrando ações do presidente Jair Bolsonaro para enfrentar o coronavírus. Pois foram gastos bilhões no auxílio emergencial, outros bilhões para as empresas dispensarem e readmitirem empregados, liberado o FGTS, prefeituras e estados recebendo auxílios, mas as críticas não param, pedindo ações do governo federal. Agora, as críticas são de que haverá déficit federal perto de R$ 1 trilhão em 2020, e muitos "analistas" perguntando quem vai pagar a conta? Ora, queriam o quê, que os gastos estratosféricos não acabassem em um grande déficit? No Brasil é assim mesmo, desde que me conheço por gente: se não faz, é criticado; se faz, é mais criticado ainda. Pobre País. (Geraldo Mattos)
 
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Roberto Brenol Andrade
Roberto Brenol Andrade
A opinião dos leitores do Jornal do Comércio é publicada diariamente no espaço Palavra do Leitor.