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Porto Alegre, terça-feira, 21 de julho de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
terça-feira, 21 de julho de 2020.
Notícia da edição impressa de 26/02/2020.
Alterada em 26/02 às 03h00min

Aposentadoria

Planejar uma aposentadoria além do INSS não está fácil. As aplicações com renda fixa estão abaixo da inflação, da taxa Selic, que é de 4,25%. Ora, então como planejar não viver apenas com os minguados reais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)? A colunista Marcia Dessen explica o problema com muita propriedade. Qual é mesmo a solução? (Flávio de Figueiredo, Porto Alegre)
Planejar uma aposentadoria além do INSS não está fácil. As aplicações com renda fixa estão abaixo da inflação, da taxa Selic, que é de 4,25%. Ora, então como planejar não viver apenas com os minguados reais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)? A colunista Marcia Dessen explica o problema com muita propriedade. Qual é mesmo a solução? (Flávio de Figueiredo, Porto Alegre)
Reforma tributária
Evolução na reforma tributária: Estamos produzindo e distribuindo um produto resultado da política reversa, motivado pela consciência ambiental, pois hoje a mídia tenta marginalizar o plástico, enquanto a falta de cultura da reciclagem anda muito mais lenta que a evolução de tecnologias de transformação, logo nos deparamos com bastante contaminação no planeta. Por outro lado, lembro que o plástico têm salvo muitas vidas, mangueiras de soro, válvulas e muitos acessórios auxiliares usados no tratamento e recuperação da saúde e, por que não, logo, logo teremos até corações de polímeros batendo nos peitos humanos. Portanto, precisamos avançar, juntos, na mesma velocidade; produção, transformação, conscientização de reciclagem e Poder Público na consciência tributária. Nesta estamos muito atrasados, apesar dos esforços para mudar esse quadro, está muito difícil. É preciso reduzir os tributos no produto final gerado com resina reciclada, que movimentaria bem mais, limparia o planeta mais rápido, geraria mais emprego e o governo embolsaria a mesma quantidade de tributos. (Ildo Artur Lange)
Carnê-Leão
Depois de ter caído na Malha Fina da Receita Federal, desisti de pagar o Carnê-Leão, espontaneamente, para diminuir o saldo devedor ao Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) no ano posterior. É que sempre era chamada a mostrar recibos óbvios à Receita, como o que paguei pelo plano de saúde da Unimed, a qual comunica, religiosamente, todos os anos o que recebeu dos seus associados. Como o valor é abatido, a Receita, parece, julga larápios os que pagam plano de saúde privado. Neste 2020, sem ter pago Carnê-Leão em 2019, espero não ter que provar o desconto mensal/anual do plano de saúde e despesas com tratamento odontológico, cujas fontes declararam à Receita, em seus IRPF/IRPJ, terem recebido os valores de minha parte. Vamos ir atrás dos grandes devedores pessoas jurídicas e deixar em paz aposentados do INSS. (Tania Ferreira)
Apagão recorde
Sugestão para licitação: "Privatiza-se empresa de energia elétrica mal administrada, com rede e equipamento sucateados e com quadro funcional com competência reduzida". Ofertas devem ser encaminhadas, com urgência, ao Palácio Piratini. (Sérgio Becker, Porto Alegre)
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Roberto Brenol Andrade
Roberto Brenol Andrade
A opinião dos leitores do Jornal do Comércio é publicada diariamente no espaço Palavra do Leitor.