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Porto Alegre, quarta-feira, 22 de julho de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quarta-feira, 22 de julho de 2020.
Notícia da edição impressa de 20/01/2020.
Alterada em 20/01 às 03h00min

Piso regional

O Rio Grande do Sul não deveria ter salário-mínimo regional, com vários valores. Em época de crise e desemprego como a atual, o melhor é ter um emprego formal, mesmo que com salário-mínimo de R$ 1.045,00 (Jornal do Comércio, edição de 15/01/2020) ou menos, do que ficar sem emprego. (Maria do Carmo Fernandez, Sapucaia do Sul)
O Rio Grande do Sul não deveria ter salário-mínimo regional, com vários valores. Em época de crise e desemprego como a atual, o melhor é ter um emprego formal, mesmo que com salário-mínimo de R$ 1.045,00 (Jornal do Comércio, edição de 15/01/2020) ou menos, do que ficar sem emprego. (Maria do Carmo Fernandez, Sapucaia do Sul)
Salário-mínimo
O salário-mínimo no Brasil é baixo. No entanto, no caso dos empregados domésticos, se aumentar muito além do previsto, R$ 1.045,00, será difícil para as famílias manterem, por exemplo, empregadas ou empregados. Além do salário, no eSocial, paga-se a média de R$ 315,00 por mês em seguro e Fundo de Garantia por Tempo de Serviços (FGTS), entre outras obrigações. Logo, o salário-mínimo, neste caso, chega bem acima do que se paga, efetivamente. (Manuel Gonçalves de Paula)
Carne
Tem mais é que não comprar carne. O preço está muito alto e não se justifica, quando há as opções de carne de frango ou peixe. Aliás, tem artista brasileiro sugerindo que não se coma mais carne alguma. Pois aí está um bom motivo, o preço exorbitante da carne vermelha. Vamos seguir o conselho? (Jerônimo Mendes, Porto Alegre)
Atropelamento
O atropelamento e morte da moça Brenda, com 19 anos, junto com sua mãe, pelo que vi na mídia, era evitável. As duas estavam no meio da avenida perfeitamente visíveis, não no meio de veículos, e aparece um carro em alta velocidade e as atropela. O motorista não diminuiu sequer a velocidade. (Maria do Carmo Moraes)
Multas
Tem razão o presidente quando quis acabar a farra das multas de trânsito. Esta é, realmente, a indústria das multas. Estou revoltado com o que acontece no Rio Grande do Sul. Neste ano de 2020 já recebi duas multas. Ano passado foram oito multas. Tudo em estradas estaduais duplicadas. Em 50 anos dirigindo por todo o Brasil, nunca fui multado em estradas federais e estradas de outros estados e Distrito Federal. Esta gente que administra a fiscalização de estradas é incompetente. Já dirigi na Europa e nos Estados Unidos e nunca por lá sofri tanto como sofro aqui no Rio Grande do Sul. Estado atrasado. Excesso de velocidade em estradas duplicadas é benéfico, e nunca um problema. Desafoga o trânsito na via e evita congestionamentos. Observe-se que os acidentes, em sua grande maioria, são ocasionados por ultrapassagens indevidas e motoristas alcoolizados. Jamais o excesso de velocidade em vias duplicadas é causa de acidentes. São raríssimos. Já tomei uma decisão: não dirijo mais em estradas estaduais aqui. E tem mais: vou tratar de sair deste Estado. Sinto vergonha de ser gaúcho. Nunca deveria ter voltado para cá. Não aguento mais o Rio Grande, terra em que nasci e desejava morrer. Agora, com 70 anos, vou tratar de ir embora deste Estado, o pior do País. (Nelson Mendes Barbosa, advogado da União aposentado)
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Roberto Brenol Andrade
Roberto Brenol Andrade
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