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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 15/01/2020.
Alterada em 15/01 às 03h00min
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Incoerências palacianas 

Já vimos e ouvimos muitas incoerências ditas e feitas pelas diversas autoridades brasileiras, tipo proíbe hoje e autoriza amanhã, veta hoje e libera na semana que vem, ou, como temos assistido frequentemente, polícia prende e os juízes/ministros soltam no outro dia. Recentemente, vimos o presidente Bolsonaro reduzir o valor do Dpvat, porque havia muita gordura e reservas para pagamentos de seguros dos acidentados. Para surpresa geral, o ministro Dias Toffoli tornou a decisão presidencial sem efeito (Jornal do Comércio, edição de 10/01/2020), voltando aos valores antigos. Isso pode ou é pura soberba e está fora da realidade nacional? Aliás, em matéria de queimar e gastar dinheiro, nossas autoridades palacianas, ministeriais, parlamentares e outras parecem viver em outro País, onde sobra dinheiro, transitam em estradas de pedrinhas de brilhante e rodam em carros folhados a ouro, porque, na outra ponta, do povão, falta segurança, saúde e educação, sem contar a falta de infraestrutura logística para valorizar nossas matérias-primas e produção industrial. (Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre)
Já vimos e ouvimos muitas incoerências ditas e feitas pelas diversas autoridades brasileiras, tipo proíbe hoje e autoriza amanhã, veta hoje e libera na semana que vem, ou, como temos assistido frequentemente, polícia prende e os juízes/ministros soltam no outro dia. Recentemente, vimos o presidente Bolsonaro reduzir o valor do Dpvat, porque havia muita gordura e reservas para pagamentos de seguros dos acidentados. Para surpresa geral, o ministro Dias Toffoli tornou a decisão presidencial sem efeito (Jornal do Comércio, edição de 10/01/2020), voltando aos valores antigos. Isso pode ou é pura soberba e está fora da realidade nacional? Aliás, em matéria de queimar e gastar dinheiro, nossas autoridades palacianas, ministeriais, parlamentares e outras parecem viver em outro País, onde sobra dinheiro, transitam em estradas de pedrinhas de brilhante e rodam em carros folhados a ouro, porque, na outra ponta, do povão, falta segurança, saúde e educação, sem contar a falta de infraestrutura logística para valorizar nossas matérias-primas e produção industrial. (Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre)
EUA x Irã
Em 1988, os americanos derrubaram, por engano, um avião comercial com 290 passageiros, sendo 66 crianças, da Iran Air, durante a Guerra Irã x Iraque, então aliado dos Estados Unidos. Agora, o Irã derrubou, também por engano, avião ucraniano, com 176 passageiros, atingido por um foguete de defesa aérea. Duas brutais tragédias idênticas, que devem servir para os dois países meditarem sobre as terríveis consequências de seus atos de guerra por interesses geopolíticos e econômicos absolutamente estúpidos e inconsequentes, que podem levar o mundo a uma nova Grande Guerra. (Paulo Sérgio Arisi, Porto Alegre)
Ministério da Educação
É lamentável um ministro da Educação afirmar que os concursos públicos do Brasil selecionam trabalhadores com viés políticos de esquerda. O ministro Abraham Weintraub vive no passado, precisamos focar no presente, em uma educação qualificada e competitiva. Transparece, nesse discurso, uma omissão clara, este governo federal está em falência múltipla de organização e gestão no ministério. (Marcelino Pogozelski)
Greve do magistério I
O governo está brincando. Professores deveriam aguentar no osso e simplesmente não retornar às aulas enquanto as coisas não se resolverem de uma vez por todas. Greve não é brincadeira. É para ser séria e contundente. Não passatempo! (Ronan Wittée)
Greve do magistério II
A escola caindo aos pedaços, com falta de professor e de material, não é problema. Problema é greve, né? Por que os funcionários públicos deveriam trabalhar de graça? Sugiro que façam concurso e cedam seus salários para o governo. (Tita Morais)
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