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Porto Alegre, segunda-feira, 13 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 13/01/2020.
Alterada em 13/01 às 03h00min
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Reforma trabalhista

Quero parabenizar o Jornal do Comércio pelo brilhante artigo de Osvaldo Ken Kusano ("Sobre os dois anos da reforma trabalhista", edição de 08/01/2020). Até que enfim alguém com muita propriedade e com amplo conhecimento de causa esclarece um assunto que gerou muita polêmica pelos desavisados, ou mal-intencionados. (Bruno Pedro Rech, Sarandi/RS)
Quero parabenizar o Jornal do Comércio pelo brilhante artigo de Osvaldo Ken Kusano ("Sobre os dois anos da reforma trabalhista", edição de 08/01/2020). Até que enfim alguém com muita propriedade e com amplo conhecimento de causa esclarece um assunto que gerou muita polêmica pelos desavisados, ou mal-intencionados. (Bruno Pedro Rech, Sarandi/RS)
Placas de ruas
Finalmente a municipalidade atende a uma antiga e justa reclamação dos porto-alegrenses e visitantes. Todavia, espera-se que exija da concessionária (e fiscalize de fato) que se coloque nas novas placas caracteres maiores e mais visíveis que os atuais, considerando que nem todas as pessoas têm boa visão e há muitos lugares mal iluminados; que se aplique tinta de longa duração; que vá instalando-as nas zonas com mais lojas ou mais movimentadas e, concomitantemente, nas sem estas características. (Adelino Soares, advogado)
Corte de ponto
Esta história de corte de ponto é sempre o mesmo jogo de cartas marcadas. Os professores fazem greve porque sabem que os dias parados serão sempre pagos depois, não importando as ameaças. O governador diz que vai cortar o ponto sabendo que depois terá que pagar de qualquer modo, até porque a Justiça se mete no meio e sempre faz o jogo do corporativismo público. E ele não resiste, e não acusa e denuncia publicamente a Justiça de se intrometer indevidamente num assunto exclusivo do Executivo. E assim as coisas nunca mudam. (Rafael Alberti Cesa, Caxias do Sul/RS)
Ministro da Educação
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, escreveu duas vezes a palavra "paralisação" usando a letra "z" em ofício endereçado ao ministro da Economia, Paulo Guedes. No documento, Weintraub alerta que os recursos previstos para o ministério em 2020 são insuficientes para a prestação de serviços públicos, como a compra de livros escolares, e podem levar à interrupção das atividades em universidades públicas. O ministro cometeu, pelo menos, 33 erros de língua portuguesa em sua conta no Twitter entre os dias 25 de junho e 22 de dezembro passado, segundo levantamento feito pelo Diário do Centro do Mundo. Sem comentários. (Danilo Guedes Romeu)
Soltos, não livres
Como veemente a rejeição pela sociedade aos contemplados, oportuna reflexão sobre soltos, e não livres! São expressões sinônimas, permitindo apreciações diferenciadas. Pessoas conhecidas foram soltas, deixaram as prisões, mas não necessariamente livres, na medida em que têm dificuldades para irem em muitos locais. Enfim, não livres dos processos nem da indignação das pessoas de bem. (Jorge Goelzer, Erechim/RS)
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