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Porto Alegre, terça-feira, 07 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 07/01/2020.
Alterada em 07/01 às 03h00min
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Ano vitorioso

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Não é tão somente o presidente Jair Bolsonaro quem deseja que 2020 seja um ano tão vitorioso como 2019 (Jornal do Comércio, edição de 02/01/2020, página 16). Até porque, a rigor, nem foi tão vitorioso assim. O presidente e todos nós só poderemos cantar vitória quando forem abertos milhões de postos de trabalho para colocar os 12 milhões de desempregados. Até lá, nada de cantar vitória. (Anselmo Rubilar Santoro, Rio Grande/RS)
Não é tão somente o presidente Jair Bolsonaro quem deseja que 2020 seja um ano tão vitorioso como 2019 (Jornal do Comércio, edição de 02/01/2020, página 16). Até porque, a rigor, nem foi tão vitorioso assim. O presidente e todos nós só poderemos cantar vitória quando forem abertos milhões de postos de trabalho para colocar os 12 milhões de desempregados. Até lá, nada de cantar vitória. (Anselmo Rubilar Santoro, Rio Grande/RS)
Pirralha não é ofensa
Chamar alguém de pirralha ou pirralho não é ofensa. Trata-se de caracterizar alguém muito jovem, pré-adolescente ou adolescente. Mas, como é uma menina sueca e ativista contra o Brasil que está "matando os índios que defendem a Amazônia", logo teve destaque. Falta orgulho a muita gente neste País. (Walther de Aguilar, dentista, Pinheiro Machado/RS)
Bolsa de Valores 
Com a queda dos juros, no caso da Selic, para 4,5% ao ano mais o desconto da inflação, os analistas financeiros dizem que não vale mais a pena colocar dinheiro na caderneta de poupança ou na renda fixa. A questão é quem vai orientar as pessoas comuns, como eu, a aplicarem na Bolsa? Se não for uma aplicação bem feita, o prejuízo poderá ser grande. Mas não se pode ir atrás cegamente dos especialistas, que deitam falação na mídia sobre comprar esta ou aquela ação. Se der certo, tudo bem. Se der errado, adeus ao rico dinheirinho ganho com muito suor. (João Gomes Guerreiro, Porto Alegre)
Seguro de veículos
Que confusão o presidente Jair Bolsonaro criou com o fim do seguro obrigatório para veículos, chamado de Dpvat. Foi noticiado que o seguro ficará em menos de R$ 5,00 com o fim do monopólio das seguradoras líderes do mercado. Foi divulgado que havia também que cerca de R$ 3,5 bilhões por conta do seguro, usado apenas pelas seguradoras. Como sempre, falta visibilidade para os tributos, taxas e emolumentos sobrados dos brasileiros. (Rogério Ferreira, motorista)
Seguro de veículos II
Com a volta do Dpvat, determinada pelo Supremo Tribunal federal (STF), espero que enviem para as residências os boletos de cobrança. Ou, então, a inadimplência será muito grande. Poderiam ter baixado o valor do seguro sem deixar de cobrá-lo. Mas, que há monópolio, em prejuízo dos proprietários de automóveis e veículos em geral, lá isso há. (Marinela Greten)
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