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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 29/11/2019.
Alterada em 29/11 às 03h00min
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Microfranquias são caras

22-JCA014-DIG.pdf    Palavra do Leitor Sexta-feira 29 11 2019

22-JCA014-DIG.pdf Palavra do Leitor Sexta-feira 29 11 2019


/REPRODUÇÃO/DIVULGAÇÃO/JC
Há anos que vejo pessoas que são minhas conhecidas aderindo ao modelo de franquias. Algumas com sucesso, outras nem tanto, e mesmo algumas que perderam o investimento, que não era - ainda não é - barato. A notícia de que microfranquias tiveram muita adesão aqui em Porto Alegre deixou-me uma dúvida: microfranquias com valor "baixo" de R$ 90 mil? Mas, pelo que li e entendi (Jornal do Comércio, página 14, edição de 22/11/2019), quem tem, estando desempregado, como é a situação de muitos que olham para as franquias como solução, esse valor? Só se a pessoa trabalhar sem ponto fixo, vendendo diretamente ou pela internet. (Júlio César de Farias)
Há anos que vejo pessoas que são minhas conhecidas aderindo ao modelo de franquias. Algumas com sucesso, outras nem tanto, e mesmo algumas que perderam o investimento, que não era - ainda não é - barato. A notícia de que microfranquias tiveram muita adesão aqui em Porto Alegre deixou-me uma dúvida: microfranquias com valor "baixo" de R$ 90 mil? Mas, pelo que li e entendi (Jornal do Comércio, página 14, edição de 22/11/2019), quem tem, estando desempregado, como é a situação de muitos que olham para as franquias como solução, esse valor? Só se a pessoa trabalhar sem ponto fixo, vendendo diretamente ou pela internet. (Júlio César de Farias)
Juros tabelados
Banco Central tabela juros em 8,0% ao mês, ou 151% ao ano. Inflação e juros são iguais a afogamento: seja uma profundidade de dois metros ou de 100 metros, ambas matam. Tenho vergonha de defender o liberalismo no Brasil. E o mais grave é que o presidente do Banco Central seja o neto do mestre Roberto Campos. Para comentar essa aberração e excrescência econômica, recorro ao mestre, com amor e carinho, Roberto Campos. "Eliminando o crédito subvencionado, descobriríamos o milagre aritmético da média: os juros tenderiam a baixar pela diminuição da procura e pela mudança de expectativa! E o mercado bancário se tornaria mais competitivo, pois os bancos não mais precisariam ser racionados, dado que o governo poderia melhor controlar a base monetária, e cessaria de pressionar o mercado financeiro que reflete fielmente o excesso de demanda de recursos por parte do setor público, quer federal quer estadual." Somente um país "sem lenço e sem documento" teria coragem de passar essa vergonha mundial de tabelar juros ao nível de 8,0% ao mês (ratificando, ao mês) com a inflação em torno de 3,0% ao ano (ratificando, ao ano). Imagine a imprensa no exterior tendo que explicar, num mundo com juros médios de 1,5% ao ano (ratificando, ao ano), que o Brasil seja obrigado a tabelar os juros a 8% ao mês, ou 151,0 % ao ano? Por isso, e somente por isso, o mundo jogou a toalha em relação ao Brasil. Fuga de capitais em massa. (Ricardo Bergamini, analista financeiro)
Rodovias da Serra
Por trabalho, tenho percorrido muitas vezes o trecho entre Caxias e Bento Gonçalves e outros, na Serra. As ligações rodoviárias estão em péssima situação, sejam as estaduais ou federais. Sei que o governo do Estado está falido, mas está na hora de dar uma olhada nesta situação. A buraqueira está demais. (João Eduardo Correa, Porto Alegre)
Português errado
As placas colocadas pela Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) deveriam ter um revisor de português. Um erro recorrente é aquele que diz, por exemplo, "à 400 metros, entrada à direita" ou "acesso à cidade de... à 1 km". Está errado! Antes de distância, metros ou km não tem crase. É um erro bem comum, mesmo em placas novas, conforme verifiquei em recente viagem. Não dava para ter mais atenção e revisão? (Maria Celeste do Carmo, Torres/RS)
 
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