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Porto Alegre, sábado, 25 de julho de 2020.
Dia do Escritor. Dia do Motorista .

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sábado, 25 de julho de 2020.
Notícia da edição impressa de 11/10/2019.
Alterada em 11/10 às 03h00min

A santa baiana Irmã Dulce

Bonito e até emocionante o texto de Nizan Guanaes, em Opinião Econômica, página 6, edição de 08/10/2019 do Jornal do Comércio, sobre a canonização, neste próximo domingo, dia 13, da Irmã Dulce, que fez de tudo - e conseguiu - para construir e manter um hospital na Bahia. Ela é um exemplo, mas também foi, como dito no artigo de Nizan Guanaes, "uma CEO brasileira". A mais pura verdade. Parabéns. (Carmen Maria de Martins, Pelotas/RS)
Bonito e até emocionante o texto de Nizan Guanaes, em Opinião Econômica, página 6, edição de 08/10/2019 do Jornal do Comércio, sobre a canonização, neste próximo domingo, dia 13, da Irmã Dulce, que fez de tudo - e conseguiu - para construir e manter um hospital na Bahia. Ela é um exemplo, mas também foi, como dito no artigo de Nizan Guanaes, "uma CEO brasileira". A mais pura verdade. Parabéns. (Carmen Maria de Martins, Pelotas/RS)
A jubilada Rio Pardo
No dia 7 de outubro do ano em curso, uma das mais históricas cidades gaúchas completou 210 anos de fundação. A propósito, em 1939, José Lins do Rêgo e Gilberto Freire, a convite do professor Dante de Laytano, empreenderam verdadeira aventura automobilística, dirigindo-se do Rio de Janeiro para conhecer as plagas gaúchas, especialmente a nossa Rio Pardo. E, a propósito, o saudoso intelectual pernambucano, autor de Casa Grande e Senzala, prefaciando o Guia Histórico de Rio Pardo, assim se pronunciou: "Cidades como Rio Pardo são cidades valiosas ao processo de abrasileiramento do Brasil, dada a ação do seu prestígio moral de cidades antigas e ilustres no sentido de conservar-se não apenas viva, como fecunda aquela tradição de lusitanidade brasileira, sem a qual o Brasil traz - aqui italiano, ali alemão, mais adiante polonês, negroide ou indianóide - correria o risco de fragmentar-se em uma república separatista". Nos dias atuais, os rio-pardenses procuram manter acesa essa chama de brasilidade, mas concorrentemente lutam pelo progresso econômico de sua gloriosa comunidade. (Fernando Wunderlich, Rio Pardo/RS)
Amazônia
Já escrevi pedindo que esclarecessem o equívoco sobre a Amazônia ser o pulmão do mundo. Agora, o editorial da edição de 10/10/2019 do Jornal do Comércio fala a favor do Sínodo da Amazônia, o maior cinismo que a Igreja pode fazer, uma vez que a população indígena tem taxas de mortalidade maiores do que a dos brancos e só agora no governo Bolsonaro isso foi divulgado. Onde estava a Igreja antes disso? E o pior: como pretendem que os índios e a população ribeirinha (esqueceram deles?) possam ser beneficiados ("os benefícios da modernidade") sem a construção de ferrovias, hidrelétricas e o aprimoramento das estradas (abandonadas pelos governos do PT)? Há 500 anos, os índios são maltratados, mas tudo é culpa do Bolsonaro. (Maria Helena Fernandes)
Desaforo ao Brasil
Foi noticiado que a cidade de Paris concedeu cidadania honorária ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde abril de 2018 por corrupção e lavagem de dinheiro. Isso com base "na luta de Lula pelos direitos humanos, a justiça social, a proteção do meio ambiente e por seu compromisso de reduzir a desigualdade social e econômica no Brasil. Esse compromisso permitiu que quase 30 milhões de brasileiros escapassem da pobreza extrema e acessassem direitos e serviços essenciais", disse a prefeita de Paris, Anne Hidalgo. É mesmo um desaforo ao Brasil. (Josmar Leite Hidalgo, Porto Alegre)
 
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Roberto Brenol Andrade
Roberto Brenol Andrade
A opinião dos leitores do Jornal do Comércio é publicada diariamente no espaço Palavra do Leitor.