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Porto Alegre, sábado, 25 de julho de 2020.
Dia do Escritor. Dia do Motorista .

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sábado, 25 de julho de 2020.
Notícia da edição impressa de 02/10/2019.
Alterada em 02/10 às 03h00min

Vazio do Centro

Segundo a repórter Bruna Oliveira (Jornal do Comércio, 30/09/2019, página 10), após quase uma década de atividades, a Petiskeira encerrou a operação na rua Siqueira Campos, no Centro Histórico de Porto Alegre. A unidade era a única loja de rua da rede gaúcha de restaurantes, que segue operando em outros nove pontos de shoppings da Capital e de Canoas, na Região Metropolitana. O Centro de Porto Alegre, até os anos de 1970, era onde todos iam, inclusive nos sábados à noite. Eram vitrines bonitas, cinemas e praças, e tudo com uma muito boa segurança. Mas, após o declínio e, muito mais, a crise e a falta de reajustes ao funcionalismo, que ainda recebe parcelado, matou tudo. Lojas famosas, como Krahe, Tschiedel, Scarpini, Bromberg e Guaspari, e os cinemas - uma falta total eles fazem - fecharam, o Centro perdeu seu encanto e seu valor comercial também. Meus pais me levavam para passear na Rua da Praia nos sábados à noite, com muita gente circulando. Uma pena, mesmo. Mas, pelo visto, não terá retorno. O Centro é um vazio à noite e nos fins de semana, como disse o diretor da Petiskeira, Ângelo Meneghetti. (Solange Estilaverte, Porto Alegre)
Segundo a repórter Bruna Oliveira (Jornal do Comércio, 30/09/2019, página 10), após quase uma década de atividades, a Petiskeira encerrou a operação na rua Siqueira Campos, no Centro Histórico de Porto Alegre. A unidade era a única loja de rua da rede gaúcha de restaurantes, que segue operando em outros nove pontos de shoppings da Capital e de Canoas, na Região Metropolitana. O Centro de Porto Alegre, até os anos de 1970, era onde todos iam, inclusive nos sábados à noite. Eram vitrines bonitas, cinemas e praças, e tudo com uma muito boa segurança. Mas, após o declínio e, muito mais, a crise e a falta de reajustes ao funcionalismo, que ainda recebe parcelado, matou tudo. Lojas famosas, como Krahe, Tschiedel, Scarpini, Bromberg e Guaspari, e os cinemas - uma falta total eles fazem - fecharam, o Centro perdeu seu encanto e seu valor comercial também. Meus pais me levavam para passear na Rua da Praia nos sábados à noite, com muita gente circulando. Uma pena, mesmo. Mas, pelo visto, não terá retorno. O Centro é um vazio à noite e nos fins de semana, como disse o diretor da Petiskeira, Ângelo Meneghetti. (Solange Estilaverte, Porto Alegre)
Janot e Gilmar
O plano ora revelado pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot contra o ministro Gilmar Mendes do STF surpreende e é de lamentar, pois, em lugar da violência, deveria ter buscado meios jurídicos de reverter as atitudes impróprias daquele. Porém sua precipitada escolha pessoal não pode contaminar o relevante e corajoso trabalho desenvolvido pela equipe da Operação Lava Jato, nem pelo Ministério Público como instituição, que tem prestado outros salutares serviços ao País. O Judiciário, inclusive o STF, deve sempre valorizar o que é mais importante para a sociedade, e não sobrepor pequenos detalhes ou exagerados formalismos para anular os efeitos de leis ou decisões que procuram, patrioticamente, combater a impunidade, em especial, dos "colarinhos brancos", e a corrupção, que tanto mal nos têm causado. (Adelino Soares, advogado)
Governo
Mudou o governo federal e alguns ministros querem fazer reformas e moralizar o Brasil, acabar com a corrupção e com os vícios e as mordomias do Congresso e do Ministério da Justiça. Mas, infelizmente, os corporativismos e a falta de brasilidade, o mau-caratismo e a velha política do toma lá, dá cá continuam imperando nos corredores e gabinetes de Brasília, impedindo as reformas para que a confiança e a credibilidade voltem ao desenvolvimento e à criação de novos empregos, para alavancar o crescimento do País. Decididamente, temos muitos inimigos nas trincheiras brasileiras, que ficam torcendo para que as boas notícias não frutifiquem. Só noticiam fatos e eventos ruins. Motivados pelos esforços de nossos políticos e algumas autoridades do Judiciário, que querem voltar aos velhos tempos de corrupção e impunidade, tornando sem efeito condenações e prisões de criminosos que trouxeram o Brasil à quase miséria e à inércia econômica. Fora a velha política e a velha Justiça. (Ramiro Nunes de Almeida Filho, representante comercial)
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Roberto Brenol Andrade
Roberto Brenol Andrade
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