Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 26 de julho de 2020.
Dia dos Avós.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
domingo, 26 de julho de 2020.
Notícia da edição impressa de 13/09/2019.
Alterada em 13/09 às 03h00min

Acampamento Farroupilha

Se há uma data que mexe com os brios dos gaúchos, esta é o 20 de Setembro, da Revolução Farroupilha. Nem com chuva os porto-alegrenses deixaram de visitar o Acampamento Farroupilha no Parque Harmonia (Jornal do Comércio, edição de 09/09/2019). É mesmo um movimento - hoje em dia ainda questionado por alguns, pois teria sido uma guerra, a dos Farrapos, perdida para o Império - que emociona os gaúchos. Mas uma pena que o Acampamento Farroupilha não fique aberto todo ano, sendo uma atração turística. Talvez ainda pequena, mas pelo menos uma atração. (Rosemary Farina, Porto Alegre)
Se há uma data que mexe com os brios dos gaúchos, esta é o 20 de Setembro, da Revolução Farroupilha. Nem com chuva os porto-alegrenses deixaram de visitar o Acampamento Farroupilha no Parque Harmonia (Jornal do Comércio, edição de 09/09/2019). É mesmo um movimento - hoje em dia ainda questionado por alguns, pois teria sido uma guerra, a dos Farrapos, perdida para o Império - que emociona os gaúchos. Mas uma pena que o Acampamento Farroupilha não fique aberto todo ano, sendo uma atração turística. Talvez ainda pequena, mas pelo menos uma atração. (Rosemary Farina, Porto Alegre)
Morreu a última casa
A última casa da minha rua morreu. O corpo ainda está no local, mas a remoção já começou. Agora a rua pequena, de poucos prédios e maioria de casas virou uma rua pequena só de prédios com muitos andares. Eu sei, eu sei. Existe um caminho inexorável no progresso e as coisas acabam mudando. Estas casas antigas - aquela é dos anos 50 do século passado -, normalmente, eram moradias de famílias de classe média que agora ou não existem mais, ou os herdeiros não têm interesse em manter. É da vida. Mas daqui, do meu observatório melancólico e chuvoso de vida&fatos, não deixo de pensar que ali, naquele lugar, vidas foram vividas. Pessoas riram, choraram, brigaram, se emocionaram. Crianças nasceram, correram pelo pátio, cresceram, chegaram com as próprias famílias e algumas, talvez, já nem estejam mais neste plano. Casas antigas são como depósitos de memórias. Deixam de existir primeiro pelo esquecimento. Depois, porque ninguém mais se importa com elas. Adiante, porque valem mais demolidas do que em pé. Mais ou menos como acontece com as pessoas que perderam sua importância na vida dos outros. (José Pedro Villalobos, jornalista, morador do bairro Petrópolis, em Porto Alegre)
Nova CPMF
Por mais que concordemos com alguns acertos, não tem como destacar alguns impropérios emitidos pelo nosso ministro da Economia. Incrível a falta de senso do nosso ministro quando menciona "repassar para toda a sociedade um tributo que hoje é só das empresas". Dividir com a sociedade o imposto e não apenas com quem consome ou adquire determinado produto. Por que não dividem o lucro também com a sociedade? (Fernando Vasconcelos Diel, Ijuí/RS)
Bloqueio
O papel do Estado não é garantir empregos e privilégios para ninguém e sim gerenciar a economia global da população, de modo a que ela se torne eficiente para atender os interesses de natureza pública. Há meses, a empresa de consultoria financeira InDeal, do Rio Grande do Sul, que atua no mercado de biticoin, teve seus dirigentes presos por ordem da Justiça, suspeitos de estarem atuando fora da lei com suposta atividade lesiva à economia popular. O montante dos aplicadores foi bloqueado, levando muitas pessoas ao desespero diante da iminência de virem a perder suas economias, bloqueadas pelo Judiciário. A Justiça poderia liberar os valores. (Lino Tavares, jornalista)
Comentários CORRIGIR TEXTO
Roberto Brenol Andrade
Roberto Brenol Andrade
A opinião dos leitores do Jornal do Comércio é publicada diariamente no espaço Palavra do Leitor.