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Porto Alegre, quinta-feira, 12 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 12/09/2019.
Alterada em 12/09 às 03h00min
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CPMF

Sei que a maioria não gosta ou não quer. Mas para mim, a CPMF (Jornal do Comércio, edição de 10/09/2019) é um tributo dos mais justos e vai arrecadar a fabulosa quantia de R$ 150 bilhões. Quem ganha mais pagará mais (quem ganha até cerca de R$ 3 mil não usa cheque; aliás, a maioria não usa mais talão de cheques, só cartões). E a alíquota, segundo li, será de 0,22% sobre o valor da movimentação financeira, quando antes era de 0,38%, em governos anteriores, até que ela foi extinta. Se o que for arrecadado for direcionado só para a Previdência Social e a saúde, dou todo apoio. (Sérgio Miranda Marques de Souza, Arroio dos Ratos/RS)
Reforma da Previdência
O Brasil necessita de muitas reformas. A da Previdência está, praticamente, aprovada, com menos economia do que o previsto. Os senadores fizeram bem em cortar certos excessos. Pagar menos que um salário-mínimo como benefício e não permitir que viúvas, mesmo que com um deságio, acumulem pensão e aposentadoria delas, em caso de viuvez, é outro erro. Poderiam receber, por exemplo, 60% da aposentadoria do marido que morreu. Mas, temos que reformar. O Brasil está emperrado. (Samuel Pereira dos Santos, Porto Alegre)
Presidente do Chile
Para que a verdade fosse ouvida, foi preciso o presidente do Chile, Sebastián Piñera, vir aqui dizer que em outros anos houve mais incêndios no Brasil, e que a soberania do País sobre a região da Amazônia deve ser respeitada. (Roberto Fissmer, Porto Alegre)
Aniversário
Nesta sexta-feira, comemorarei seis décadas (60 anos) de dura luta, algumas esparsas alegrias, frustrações de perdas de entes queridos, tristezas homéricas, entre outras sensações. Nascer neste País é uma penitência cruel para aqueles que cumprem o dever cívico de cidadão com integridade no objetivo de obter a justa felicidade na recompensa. Basta ter testemunhado o visível fim trágico do "petróleo é nosso", que nunca foi "nosso" mesmo. Além do mais, essa democracia do tipo de Transilvânia tupiniquim conseguiu neste curto período enterrar o vulnerável Brasil no esgoto da corrupção política. Acompanhada da miséria galopante degenerada, um atestado de desemprego humilhante, violência social descomunal, dengue, pestes, tudo de ruim nele. A Floresta Amazônica virou uma negra fumaça nas fotos do satélite. Essa nação é um desbotado velho Titanic de segunda mão, que afundou duas vezes seguidas no fundo do mar de preta lama da areia movediça da mediocridade social. Quem pôde fugir, se exilar, emigrar, escapar foi salvo do naufrágio. Agora, pobre de quem ficou na embarcação da antiga sucata enferrujada, pois resta ver a lona esfarrapada do circo pegar fogo de vez, ainda com a gente a se imolar dentro dela. (Hélder P. Mayer, Alvorada/RS)
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