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Porto Alegre, quarta-feira, 11 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 11/09/2019.
Alterada em 11/09 às 03h00min
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Negócios Brasil e França

Bem lembrado pelo jornalista Affonso Ritter, em sua coluna na edição de 06/09/2019 do Jornal do Comércio. A França tem sido investidora no Brasil. Por esse motivo, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) não deve criar problemas desnecessários nem chamar de feia a primeira-dama Brigitte Macron. Além de uma indelicadeza, quem brigou com Bolsonaro foi o seu marido, Emmanuel Macron. Vamos pensar mais antes de criticar. (Maria Júlia Ferraz Couto, Porto Alegre)
Empresários
Até há pouco tempo, o empresário brasileiro era visto como explorador da sociedade, explorador de mão de obra, sonegador, etc. Atualmente, correm desesperadamente atrás dele, incentivando-o e até bajulando-o, para que crie ou aumente seus negócios, para fazer frente a queda de arrecadação e amenize o desemprego que esta na casa de 13 milhões. Os que labutam na lavoura, que hoje é o sustentáculo desta nação, são carinhosamente chamados de agricultores, quando até agora eram denominados "colonos". O tempo é o senhor da razão. (Gentil Pompermayer, Bento Gonçalves/RS)
Semana da Pátria
Bonitas as comemorações do Sete de Setembro, principalmente em Brasília. A data não é dos militares só, como alguns afirmam. É de todos nós, brasileiros. Lembro-me quando havia ainda a Parada da Mocidade. Vamos cultuar mais o nosso País, mesmo com tantos problemas. (Letícia Benfica dos Santos)
Funcionalismo municipal
Há quase três anos sem reajuste nos vencimentos, bem que o prefeito da Capital, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), poderia, pelo menos, dar a inflação de 2018/2019 a partir de 2020, quando terá recursos, ao funcionalismo. Até março, como é ano de eleições, ele pode, depois, não. Ou somente na data do dissídio da categoria, que é em maio, na prefeitura. Seria algo justo. (José Silva Filho)
Economia
Confesso que estou sentindo a necessidade de fazer vestibular e cursar Economia. Depois de diplomado e talvez de uma Pós-Graduação eu consiga entender algumas contradições. No País, faltam recursos para o ensino e a pesquisa (saúde e segurança nem pensar) e, no entanto, os políticos amealham bilhões de reais para emendas legislativas, campanhas eleitorais e, agora, pasmem, para pagarmos advogados para os faltosos em relação à Legislação Eleitoral. No torrão gaúcho, Legislativo e Judiciário, que ganham muito e produzem pouco, recebem em dia, e o pessoal do Executivo, que é quem mais produz e menos ganha, recebe a conta-gotas. E, aqui na "mui leal e valerosa" Porto Alegre, aumenta-se o IPTU para tapar rombos como o da EPTC, de quase R$ 700 mil. (Sérgio Becker, Porto Alegre)
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