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Porto Alegre, segunda-feira, 09 de setembro de 2019.
Dia do Administrador e do Médico Veterinário.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 09/09/2019.
Alterada em 09/09 às 03h00min
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Menos carros e mais pessoas

Ainda bem que a prefeitura resolveu dar preferência aos pedestres em algumas áreas/bairros de Porto Alegre. No caso da popular rua João Alfredo, na Cidade Baixa (Jornal do Comércio, edição de 03/09/2019), soube que mais 10 pontos da cidade devem receber o projeto Ruas Completas. Isso é muito bom, pois humaniza a Capital e permite maior convívio das pessoas que, hoje, com a confusão no trânsito, até evitam percorrer a pé as nossas ruas e avenidas. (Josimar Ungareti)
Hospitais
Porto Alegre tem sido a referência para dezenas de municípios para trazer pacientes, uma vez que muitos, talvez a maioria deles, não têm recursos para manter e equipar bem seus hospitais. A quantidade de micro-ônibus - antes eram só ambulâncias - no entorno do Hospital de Clínicas é a prova disso, além do Hospital Conceição, que está tentando concluir seu Centro de Oncologia, algo muito importante. No Interior, grupos de municípios deveriam se unir e construir/equipar melhor um hospital que seria a referência regional. Fica a sugestão. (Anamélia Sartori, Campo Bom/RS)
Mandatos municipais
Considerando as recentes eleições aos cargos de Executivos e Legislativos federais e estaduais a altos custos para o povo brasileiro, e as crescentes crises econômicas e sociais que a todos vêm afetando, entendo que o atual clima político no País não é propício às eleições municipais no próximo ano. Inclusive pelos elevados custos, que, suspensos, poderão atender a outras necessidades básicas. Sendo mais racional no momento, estudos para a prorrogação dos atuais mandatos municipais, como ocorreu lá em 1980, que fez coincidir as eleições seguintes - municipais, estaduais e federais -, no ano de 1982. E nessa linha, para as eleições previstas para 2020, a sugestão para que sejam prorrogadas para 2022, até para dar mais tempo para debates e ajustes necessários. Inclusive sobre um possível parlamentarismo, voto distrital ou regional e outros apontamentos que possam surgir, e a custos mais racionais, tanto para os candidatos quanto aos cofres públicos. E, embora a posição soberana dos eleitores que elegeram os atuais prefeitos e vereadores por quatro anos, que, pelas circunstâncias semelhantes às do passado, possam os atuais ocupantes de tais cargos continuar por mais dois anos nos seus mandatos, como ocorrido em 1980. Com todo o respeito, entendo ser uma questão de bom senso, o que também é necessário na política. (Julio Ferreira de Andrades, membro da Academia de Ciências Contábeis/RS, Passo Fundo/RS)
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