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Porto Alegre, sexta-feira, 06 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 06/09/2019.
Alterada em 06/09 às 03h00min
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Conservação de praças e parques

As praças e parques de Porto Alegre merecem um tratamento especial. A determinação do prefeito Nelson Marchezan Júnior para a contratação de empresa particular, no valor de R$ 24,8 milhões para a conservação de equipamentos em praças e parques da Capital (Jornal do Comércio, página 21, edição de 04/09/2019) vem em boa hora. São 667 praças e nove parques na cidade e esse conjunto, bem cuidado, será atração na Capital. Também espera-se que os alguns não depredem e liquidem com os locais que serão revitalizados, como tem sido usual. (Neuman Ferrari, Porto Alegre)
O Congresso desilude
A desgastada imagem do Congresso Nacional vinha tendo uma recuperação ultimamente. Porém, agora, ao aumentar a verba para a campanha eleitoral, voltou a mostrar seu total desprezo pela crise, o desemprego, a demora por consultas e cirurgias no SUS, enfim, a pobreza em que vivem quase 50 milhões de brasileiros. A sociedade não pode absorver mais esse golpe e ficar calada. (Adelino Soares, advogado)
O legado de Bernardo
Neste seis de setembro, Bernardo Uglione Boldrini completaria 17 anos. Nunca poderá, pois sua adolescência lhe foi negada. Foi brutalmente assassinado ainda criança numa sequência trágica de desencontros das agências protetivas que o deveriam proteger. Entre o menino agente de uma busca inescutada de proteção, especialmente no sistema de justiça, e seu covarde assassinato, desde praticamente seu nascimento emergia na sociedade a busca de normas que pudessem evitar violências como aquelas a ele inflingidas e a tantas outras a que estão expostas crianças e adolescentes no Brasil. Sua história, jamais será apagada da memória nacional da busca por uma sociedade menos violenta. Seus algozes foram presos e ano passado condenados. Fez-se justiça. Talvez. A justiça que condena quem fez o mal. Mas não fizemos a justiça necessária, que seria evitar esse mal. Mas o legado de Bernardo, especialmente pela Lei Federal 13.010/2014, permanecerá vivo. A lei, aprovada em homenagem ao menino, pôs fim no mundo das leis a um debate sem sentido: o poder de bater e de humilhar. Bernardo e Maria da Penha nos ensinaram que as violências ocorrem em todas as classes sociais. Pela disciplina positiva, sabemos que a palavra e o exemplo são mais educativos e que a violência de quem bate para ensinar, entre outras coisas, constrói o aprendizado da violência e do medo. (José Carlos Sturza de Moraes)
Exageros de Bolsonaro
O presidente Bolsonaro acerta no atacado administrativo e erra no varejo, sendo verborrágico. Agora, atacar o pai de Michele Bachellet quando foi ela quem disse que os direitos humanos e a democracia estavam recuando no Brasil. Por quê? Com isso, levantou uma onda de protestos internacionais contra ele, inclusive de presidentes que o apoiam (apoiavam?), inclusive o atual do Chile. Criticasse Michele, não o pai dela. Desse jeito, não precisa de oposição, Jair Bolsonaro é a própria oposição, com seus exageros verborrágicos. (Gisele Dutra do Nascimento, Torres/RS)
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