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Porto Alegre, quarta-feira, 10 de julho de 2019.
Dia da Pizza.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 10/07/2019. Alterada em 10/07 às 03h00min

Reforma da Previdência

Se o governo estima que tem (tinha) 330 votos (Jornal do Comércio, página 5, edição de 08/07/2019) na Câmara Federal, quando precisava só de 308 na reforma da Previdência, não sei por que não colocou antes em votação. Mas quem manda na Câmara é agora Rodrigo Maia (DEM-RJ), seu presidente, que apoia a reforma. Vamos ver se a reforma sai, com seus erros e acertos. (Antônio Marcos dos Santos, Porto Alegre)
Se o governo estima que tem (tinha) 330 votos (Jornal do Comércio, página 5, edição de 08/07/2019) na Câmara Federal, quando precisava só de 308 na reforma da Previdência, não sei por que não colocou antes em votação. Mas quem manda na Câmara é agora Rodrigo Maia (DEM-RJ), seu presidente, que apoia a reforma. Vamos ver se a reforma sai, com seus erros e acertos. (Antônio Marcos dos Santos, Porto Alegre)
Refinarias da Petrobras
Há mais de 75 anos, questionado, Nelson Rockefeller respondeu: uma refinaria de petróleo é o melhor negócio do mundo. Seu interlocutor perguntou-lhe, e o segundo melhor? É também mesmo uma refinaria mal administrada. No Brasil ainda se reacende o supra referenciado! Venho sugerir aos responsáveis por esse conceituado jornal não tão somente noticiarem, mas também tomarem uma posição sobre o assunto. (Francisco Azevedo)
João Gilberto
Se a música tivesse status de poder político, poderia ser dito que o Brasil perdeu um de seus maiores estadistas de todos os tempos, em decorrência da morte aos 88 anos do cantor, compositor e instrumentista João Gilberto. João Gilberto Pereira de Oliveira, considerado "O pai da bossa nova", representava uma espécie de chanceler da música brasileira no exterior, notadamente nos Estados Unidos, onde desfrutava de prestígio equivalente ao de monstros sagrados como Frank Sinatra, Elvis Presley, Nat King Cole, Ray Charles e tantos outros que marcaram época no cenário mundial. A revista Rolling Stone o classificou como o segundo maior artista brasileiro de todos os tempos, atrás apenas de Tom Jobim. Existe até quem o considere um pouco acima do coautor de "Garota de Ipanema", em função de sua versatilidade no trato com as múltiplas formas de manifestação musical. Tido como notável influenciador do jazz americano, foi contemplado com prêmios de realce nos Estados Unidos, tais como o Grammy internacional, em plena era de sucesso do fenômeno Beatles. Trago a lume nesse contexto final o seu filho primogênito da bossa nova, batizado com o nome de "Chega de saudade", observando, porém, que a saudade que passamos a sentir do "seresteiro-mor" que partiu, ao contrário do título do samba, nunca chegará ao fim, posto que é expressão de amor e devotamento e, como tal, será eterna. (Lino Tavares, jornalista)
Feminicídios
Não sei como era até 30 ou 40 anos passados, pois tenho 55 anos de idade. Mas, nunca li, ouvi e vi tantos casos de feminicídios, os antigos e genéricos homicídios, no Brasil. Parece que virou moda agora matar mulheres. O que está havendo? Ou, então, antes não eram noticiados os assassinatos de mulheres como agora? É uma praga social sem fim, essa. Mas, tem que acabar. (Mayra Bittencourt, Passo Fundo/RS)
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