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Porto Alegre, terça-feira, 23 de abril de 2019.
Dia Mundial do Livro. Dia Mundial do Escoteiro.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 23/04/2019. Alterada em 23/04 às 03h00min

Orçamento da Educação

A respeito da matéria "Investimento do 1º trimestre na Seduc é o pior em 12 anos" (Jornal do Comércio, 22/04/2019), a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) informa que está buscando atender a programação orçamentária e priorizando a regularização dos pagamentos das despesas correntes, como transporte escolar, alimentação e a verba de Autonomia Financeira repassada mensalmente às escolas. Em relação aos investimentos realizados nos primeiros três meses de governo, informamos que as iniciativas nesse sentido baseiam-se no decreto nº 54.476, de 2 de janeiro de 2019, que busca assegurar o equilíbrio fiscal e a efetividade das ações da administração pública estadual. (Secretaria Estadual de Educação)
Estatais lucrativas
Temos visto com certa frequência no Jornal do Comércio artigos e cartas argumentando que empresas estatais lucrativas não deveriam ser privatizadas porque "ajudam o Estado a equilibrar suas finanças". Seguindo este raciocínio, parece-me lógico que estatais deficitárias podem e devem ser privatizadas porque prejudicam o Estado, que se vê obrigado a desviar recursos que deveria destinar às suas funções básicas (saúde, educação, segurança) para cobrir os prejuízos causados por má gestão e/ou ineficiência. A empresa estatal ineficiente é um parasita que prejudica o Estado. Quanto às estatais lucrativas, estas se veem obrigadas a entregar seus lucros para cobrir o déficit do Estado, ao invés de investir em expansão de serviços, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos etc. Assim, a lógica se inverte e o Estado é que se torna um parasita que prejudica a empresa. Uma vez privatizada, a empresa pode investir nela mesma, crescer e criar mais empregos e arrecadação de impostos ajudando desta forma o Estado, provavelmente com mais eficiência. (Darlei Worm Jr.)
Chocolates
Os preços dos ovos de chocolates estavam muito caros mesmo nesta última Páscoa. Saí para comprar em supermercados, mas desisti. Salvo uma ou outra loja especializada aqui em Porto Alegre, um ovo grande estava em torno de R$ 70,00 ou ainda mais caro. Um exagero fora do alcance da classe média baixa. O Jornal do Comércio, página 6, edição de 22/04/2019, comprova isso, dizendo que vendas nos supermercados foram fracas, estagnadas, para mim, culpa dos altos preços. (Marília Gonçalves, Canoas/RS)
 
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