Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 08 de abril de 2019.
Dia Mundial do Combate ao Câncer.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR
Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 08/04/2019. Alterada em 08/04 às 03h00min

Porto de Torres

Deputado do MDB é contra (Fábio Branco, "Vamos fortalecer o nosso porto", Jornal do Comércio, 04/04/2019). Está equivocado. O porto de Laguna/SC, teve estabelecimento frigorífico, há mais de 15 anos, sob o incentivo da prefeitura, para estimular o uso do porto, tendo por usuários importantes, rio-grandenses do norte. Qualquer estabelecimento que se localize distante mais de 300 km do Porto do Rio Grande terá menor custo se o fizer pelo Norte, no caso, Torres. Consabe-se que, frete marítimo (acrescido mais do frete rodoviário) será maior se efetuado para o Sul. Se as mercadorias exportadas e/ou importadas se destinarem ou provierem do Norte, Torres dará esta vantagem de menor custo e menos demora. São inúmeros os portos artificiais sobre o mar, Vitória (ES), é exitoso exemplo disso. Ademais, porto em Torres, se tiver incentivos fiscais, devolverá o desembarque do pescado no Rio Grande do Sul (por que pescados no Sul da América). Atualmente, barcos pesqueiros, ancoram no rio Mampituba no lado gaúcho (a maioria), mas descarregam tudo em Santa Catarina... Se houver exportação, também haverá importações a serem desembarcadas, com receita. O tradicional rigor fiscal do Rio Grande do Sul é útil a quem, no caso, e há quantos anos? Desenvolve a quem? Parece que negar, extinguir, ao Rio Grande do Sul é preferível a dar trabalho, que remunerado, faz despesas tributadas. Eduardo Leite (PSDB), nosso governador, com lances de político hábil e prático, deverá interceder pelo lado do governo. (Plínio Paulo Bing)
Porto de Torres II
Perdoem os rio-grandinos e a Região Sul do Estado, porém, temos que pensar para a frente e ver que outros estados e outros países fizeram grandes portos em mar aberto, com calado favorável. E qualquer embarcação como supernavios graneleiros, de contêineres, até transatlânticos poderão atracar num porto no Litoral Norte (de Arroio do Sal até Torres). Temos que buscar alternativas econômicas que possam viabilizar a economia gaúcha. As obras para duplicação da BR-116 e acessos ao Porto do Rio Grande - rodoviário, ferroviário e a própria dragagem do canal - estão demorando por falta de dinheiro. Até quando? Se a iniciativa privada quiser bancar, porque viu viabilidades e futuro, vamos torcer para que efetivamente possamos ter outro polo e outro porto marítimo, com melhor logística e mais econômico. (Ramiro Nunes de Almeida Filho, representante comercial)
Encontro
No dia 11 de abril, no Copacabana, ocorrerá o tradicional encontro das equipes que trabalharam nas gestões dos prefeitos Telmo Thompson Flores, Guilherme S. Villela e João Dib. Os ex-prefeitos estarão presentes, como em anos anteriores. (Sérgio Silva, administrador)
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Rafael Lopes de Freitas Sousa 08/04/2019 15h17min
O Sr Ramiro Nunes de Almeida Filho, deve estar se esquecendo ou não sabe, mas as duas principais obras que envolvem o Porto do Rio Grande foram relegadas nos governos passados.nUma Federal. A duplicação da BR116 foi colocada em segundo plano frente a obra da ponte II do Guaíba que não trás nenhum ganho em logística.nOutra estadual, já que para a dragagem não faltou dinheiro mas competência em entregar um estudo de impacto ambiental correto no Ibama oque levou 3 anos. Resta saber porque?
Francisco Berta Canibal 08/04/2019 07h16min
O Novo Porto deverá ser abaixo de Tramandaí, quando se ligará o Mar com A lagoa dos PATOS. Viabiliza a Cabotagem em todos os rumos, com o Porto de Estrela a 160 km de Passo Fundo e 120 km de Caxias. Em Torres teríamos vários problemas, com a estrutura de veraneio e debates sobre meio ambiente, enquanto abaixo de Tramandaí, temos um polo agro-pecuário de Palmares do Sul e Capivarí. É eminente que o Rio Grande do Sul precisa de um Novo, mas temos que respeitar a Plataforma Marítima.