Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 27 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR
Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 28/01/2019. Alterada em 27/01 às 01h00min

Previdência sem reforma

A entrevista do senador Paulo Paim ao Jornal do Comércio, edição de 21/01/2019, demonstra, claramente que seu partido está sem rumo. Enquanto seu presidente está preso, não há outra liderança para dirigir seu barco. A solução do senador: "cobrar dos devedores da Previdência e acabar com o perdão aos sonegadores" - já é uma confissão de que não praticou esta recomendação quando seu partido esteve na administração deste País por 14 anos. Sem leme e sem comandante ativo, o barco está afundando... (Marco Aurélio Bernardi)
Uma questão maior
O prejuízo ambiental e econômico que setores do agronegócio estão causando no cultivo de alimentos nobres e apicultura, em várias regiões do RS, com o uso exagerado e indiscriminado de agrotóxicos em lavouras de soja etc., exige rápida resposta das autoridades. Não se questiona a importância do agronegócio, mas, é inaceitável que louváveis políticas de diversificação de culturas, por anos a fio, sejam inviabilizadas pela ganância de parcela do setor. A questão é de tal gravidade que pode se classificar como um alerta para um possível e necessário levante da sociedade. (Lotario Wessling, caminhoneiro autônomo, Venâncio Aires/RS)
Gangues cariocas
Tem comunidades, antes chamadas de favelas no Rio, em que tudo é controlado pelas gangues cariocas. Fazem ligações clandestinas de tevês a cabo, dominam o fornecimento de gás, luz, enfim, os moradores ou pagam pela "proteção" e ficam quietos ou podem ser mortos. Com a cumplicidade de policiais militares e civis e um ou outro parlamentar estadual, que ganham propinas, os criminosos e as suas milícias mandam nos morros cariocas. Uma vergonha! (Telmo Gonçalves, Canoas/RS
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia