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Porto Alegre, quinta-feira, 10 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 11/01/2019. Alterada em 11/01 às 01h00min

Poupança

Dizem que o Brasil vive, ou viveu, uma grande crise econômica. Mas, pelo visto, está saindo dela. É o que penso após ler, na página 9 do Jornal do Comércio, edição de 08/01/2019, matéria que diz que a poupança teve o melhor resultado desde 2013. O ano de 2018 fechou com captação líquida de R$ 38,260 bilhões. Isso é formidável. E ninguém dá qualquer crédito para Michel Temer (MDB)... (Celso Escobar, Porto Alegre)
Poupança II
Na página 3, Começo de Conversa, Fernando Albrecht comenta perdas da poupança. Em recente acordo entre as partes homologado pelo STF, os bancos deveriam estar pagando os direitos sonegados por mais de 30 anos aos poupadores (muitos já morreram), e a maioria está enrolando com a conivência da Justiça, e não está pagando. O que fazem o STF e muitos juízes que não obrigam as instituições financeiras a pagarem as poupanças surrupiadas - amorcegadas dos poupadores nos prazos que já se esgotaram e nos valores acertados no acordo aprovado no Supremo Tribunal Federal? Os poupadores e seus herdeiros estão desesperados, porque, diante da inflação dos planos de saúde e dos medicamentos, muitos ainda irão morrer sem receber o que pouparam. (Ramiro Nunes de Almeida Filho, representante comercial)
Desemprego
Dá até uma tristeza ver uma fila com milhares de pessoas disputando uma das 300 vagas oferecidas por rede comercial no Rio de Janeiro. Esse é um flagelo brasileiro. Muitos estão há dois, três ou mesmo quatro anos desempregados. Urge fazer andar a economia para gerar postos de trabalho. (César Corrêa de Barros)
O novo ano
Nem precisa consultar os búzios, oráculos e bolas de cristal de uma cartomante encomendada do Paraguai para poder desvendar o futuro desta nação, pois será evidente o banquete do caos, será o mesmo de sempre "me engana que eu gosto!". Está crescendo o PIB, melhorou o índice de emprego, baixou a violência, o SUS melhorou o atendimento, por aí afora engoliremos as propagandas. Como podemos sentir o progressivo apertar e fazer mais alguns furos no cinto. As damas da violência e injustiça abraçadas desfilam de mãos dadas na calçada a sorrirem deslumbradas, vendo as longas cordas nos pescoços da mesmice. Se alguma coisa mudar (?) vai ser aquela famosa solução final de aposentar o dinossauro com uma bofetada do salário-mínimo suicida. Talvez repetir a oração da reza dê alguma sorte. (Hélder P. Mayer, produtor cultural, Alvorada/RS)
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