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Porto Alegre, sexta-feira, 04 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 04/01/2019. Alterada em 04/01 às 01h00min

Reforma da Previdência

A primeira página da edição desta quinta-feira, dia 03/01/2019, do Jornal do Comércio é um retrato fiel da anarquia administrativa que tomou conta do Brasil. O novo ministro da Economia, que não quer ser chamado de superministro, o que é, de fato, dizendo que a reforma da Previdência estimulará o crescimento econômico do País. Mais embaixo, o ex-juiz Sérgio Moro dizendo que quer combater o crime organizado e fazer a retomada dos presídios (?). A que ponto chegamos de desorganização neste imenso e ainda querido Brasil! Os planos anunciados são óbvios e deveriam ter sido colocados em prática há no mínimo 10 ou 15 anos. Agora, pagaremos um alto preço por estas ações. (Manoel Santos)
Ausências políticas
Representantes dos partidos PT, PSOL e PCdoB não participaram da solenidade de posse do novo presidente, Jair Bolsonaro (PSL), no Congresso Nacional. Atitude sem sentido e até desrespeitosa para com a democracia. Quando os candidatos Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT e partidos coligados, assumiram, não houve boicote. Foram ausências políticas, mas sem sentido algum. Os que boicotaram a cerimônia queriam ficar para sempre no poder? (Ribamar Hocevar Cândido)
IPTU de Porto Alegre
A rigor, o Imposto Predial e Territorial Urbano de Porto Alegre (IPTU) não é muito caro. Por um apartamento com 100 metros quadrados em um bairro muito bom e próximo do Centro Histórico, com desconto, paguei R$ 1.120,00. Por um ano, dividindo por 12 meses, penso que é bem razoável. Mas, em troca, precisamos de obras, especialmente ruas e avenidas sem tantos buracos. (Mauro Fioravante, Porto Alegre)
Calendários
Até o dia 02/01/2019, a Caixa Econômica Federal (CEF), em suas agências de Porto Alegre, não tinha os seus calendários 2019 - muito disputados, pois são os melhores para visualizar e acompanhar dias e meses -, decepcionando clientes e mesmo não clientes, que buscam colocar as folhinhas em suas residências e nos locais de trabalho. E o ano de 2019 está andando. Em 2017, consegui vários calendários de 2018 para mim e colegas já em dezembro. O que está ocorrendo com a CEF? (Rita Mendes, Porto Alegre)
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