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Porto Alegre, segunda-feira, 26 de novembro de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 26/11/2018. Alterada em 26/11 às 01h00min

Hospital Santa Ana

Em meio a tantas críticas e à crise com os médicos cubanos, uma boa notícia (Jornal do Comércio, edição de 21/11/2018, primeira página) sobre o funcionamento total do Hospital Santa Ana. São 120 pacientes já em atendimento. Nem tudo está perdido. Basta ter vontade, planejamento e, claro, recursos. (Ciro Madelli, médico, Porto Alegre)
Banrisul não!
O Banrisul vem apresentando bons lucros e distribuindo dividendos que ajudam o Estado, por ser acionista do mesmo. Se o governo gaúcho ceder às pressões do Ministério da Fazenda, em troca de um pequeno alívio momentâneo, deixará de auferir essas rendas para sempre. Pior ainda: perderá o poder de direcionar os empréstimos para empreendimentos no Estado, passando a ver os depósitos e as poupanças dos gaúchos irem beneficiar outras plagas. Além disso, há outros ativos ociosos a oferecer à União. (Adelino Soares, auditor fiscal aposentado)
Carlos Ghosn
De herói passou a bandido o executivo brasileiro Carlos Ghosn, que é acusado de fraude fiscal no Japão. A Corte Distrital de Tóquio prorrogou por mais 10 dias a prisão preventiva do presidente e CEO da Aliança Renault-Nissan, empresas que salvou da falência, há anos. Ganhando uma fortuna por ano, mesmo assim, segundo noticiado, fez vigarices para sonegar tributos. (Ana Soares, Passo Fundo/RS)
Futebol
O futebol nacional se tornou uma anedota de mau gosto de barbearia, de um custo elevado ao torcedor. Um clube oriundo da segunda divisão pleiteou junto à Federação de Futebol instituir o VAR, mesmo sendo beneficiado no último confronto numa partida embolada, por erro clamoroso de arbitragem, contra uma equipe constituída de reservas no final do jogo. Esse mesmo recurso foi de visível injustiça ao Grêmio, mesmo jogando bola de gude, teve a extensiva omissão explícita da Conmebol, instituição cercada de penalidades nos tribunais. O sistema de calendário emaranhado das competições dos clubes está defasado, porque favorece a clubes que somente participam de um certame, sem os desgastes físicos e contusões menores. Deve ser definida uma postura realista, mais honesta, e fundamental coerência da CBF, neste caso, no próximo ano. (Hélder Pinheiro Mayer, Alvorada/RS)
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