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Porto Alegre, sexta-feira, 23 de novembro de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 23/11/2018. Alterada em 23/11 às 01h00min

Petrobras

Boa a matéria sobre a Petrobras, página 5, edição de 20/11/2018 do Jornal do Comércio. Finalmente, a maior estatal brasileira vai se dedicar às suas finalidades, explorar petróleo e gás. Parabéns! (Júlio César Mendes)
Cuba
Em contraponto ao artigo de Sabrina Damiani (Cuba: uma viagem no tempo, Opinião, Jornal do Comércio, 22/11/2018), sobre as deficiências de Cuba, a ilha é peculiar em resistência ao capitalismo selvagem. Também estive por lá e observei o modo de viver das pessoas e sua cultura. Lá não há fome, está certo que não há desperdício, também não existem analfabetos e nem crianças nos faróis, pedintes ou malabares nas esquinas, desempregados e sem assistência do Estado Social. Então, não adianta termos concentração de renda nas mãos de poucos e esses com boa saúde, "boa educação", fartura de alimentos e o restante da população estar desassistida de um Estado Liberal que não distribui os recursos com equidade! Porque só tem liberdade quem tem muito dinheiro para comprar a sua, por isso não nos iludamos. (Luci Mari Castro Leite Jorge, especialista em Direito Constitucional e Ambiental, servidora da Ufrgs)
Cuba II
Lendo o Jornal do Comércio, edição de 22/11/2018, encontrei dois textos muito bem observados em artigos: "O novo chanceler brasileiro" e "Cuba: uma viagem no tempo". Vou me limitar ao texto de Cuba, acrescentando minha experiência na Alemanha. Deutsche Demokratiche Republik (DDR), a fatia alemã que ficou sob a tutela da ex-União Soviética (URSS) após a 2ª Guerra Mundial. Lá estive com o meu filho em 1985 hospedado em Berlim Ocidental, o que me permitiu visitar Berlim Oriental. Este tour com uma guia alemã do lado Leste, permitiu-nos conhecer bem o que é um país socialista ou comunista. Só nos mostraram os prédios já restaurados. Bem distante deu para observar ainda prédios destruídos durante a Guerra, enquanto no lado Ocidental tudo já estava restaurado. Fiz uma pergunta à simpática guia: nós, meu filho e eu, brasileiros, estranhamos o muro dividindo a cidade de Berlim. A senhora acredita que no futuro este muro poderia ser demolido? A resposta, em altos brados, foi: não fomos nós que o erguemos. Cinco anos depois, novamente visitamos Berlim, sem o muro! Perguntei a taxistas qual a causa da queda do muro? Explicação de todos: prateleiras vazias nos mercados, falta de liberdade para visitar parentes e o povo vigiado por uma polícia secreta. Alguma semelhança com Cuba e/ou Venezuela? (Hans Peter Gerwy, economista)
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Comentários
JOSÉ JORGE DE OLIVEIRA BARROS 23/11/2018 09h11min
As empresas petrolíferas no mundo, seguem o esquema que se chama do poço ao posto, que nada mais é que administrar a pesquisa, perfuração, refino, transporte e comércio e inclusive a fatia lucrativa da petroquímica, a fim de tornarem-se competitivas, evitam cessão de qualquer uma das etapas, porém no Brasil desprezam as conquistas tecnológicas alcançadas por seus profissionais e cientistas, desfazem-se do patrimônio em favor das multinacionais, exemplo: o Pré-sal (PETROBRAS); os aviões(EMBRAER).