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Porto Alegre, quarta-feira, 31 de outubro de 2018.
Dia das Bruxas.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 31/10/2018. Alterada em 31/10 às 01h00min

Auxílio-moradia

Verba mensal de R$ 4.377,73 recebida por 1.461 servidores gaúchos (Jornal da Lei, página 3, edição do Jornal do Comércio de 30/10/2018) faria a alegria de alguns milhares de gaúchos desempregados. É uma bela quantia e dá para alugar um apartamento de cobertura, com suíte e quatro quartos, no mínimo, isso em Porto Alegre. O melhor - ou o pior de tudo - é que a legalidade do tal de auxílio para lá de generoso foi julgado constitucional e a expandido a todos os magistrados no Brasil, sejam federais ou estaduais, pelo ministro do STF Luiz Fux. Ou seja, a Justiça julga o que é certo ou errado para ela mesmo! É o Brasil dos menos iguais ao resto dos brasileiros e dos 12 milhões de desempregados... (Marcelo Lopes, Porto Alegre)
Eleições
Foram eleições tranquilas e tudo dentro da legalidade. A renovação foi forte, mas o Partido dos Trabalhadores (PT) continuará na oposição, algo que eles sabem fazer muito bem. A verdade é que ficaram mais do que 13 anos no poder e mesmo com alguns programas de inclusão social bons, não conseguiram deter uma corrupção total nos seus governos. Por isso é que foram defenestrados do poder. (Julieta Morango, Porto Alegre)
Extrema-direita?
Por que dizer que o Brasil vai para a extrema-direita com a eleição de Jair Bolsonaro? Da mesma forma, ele não foi para a extrema-esquerda com Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT). O que levou os brasileiros a votar em alguém quase desconhecido foi a vontade de renovação total. Os partidos e os políticos estavam desacreditados e isso levou à vitória um quase desconhecido, Jair Bolsonaro. Que fique a lição, os brasileiros querem governos organizados e sérios, sem mais corrupção, sejam de que partido forem. (Paulo de Tarso Monteiro, Pelotas/RS)
Artigo
Quanto a extinções das fundações estaduais, o que o governo do Rio Grande do Sul vai fazer com as pesquisas na área de Ciência e Tecnologia, realizadas ao longo de 70 anos? Que tristeza trocar um instituto de pesquisa ou uma escola pública por presídios. Que retrocesso. (Natalia Schiavon, Porto Alegre)
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