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Porto Alegre, quarta-feira, 19 de setembro de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 19/09/2018. Alterada em 19/09 às 01h00min

Agronegócio

Produção local de alimentos, principalmente orgânicos, é saúde e renda, ocupação para milhares de pessoas ("No campo, já não basta apenas produzir mais", Jornal do Comércio, 18/09/2018). Quando se fala em agronegócio no Brasil, comenta-se sobre milho e soja, enquanto se fala pouco sobre café, carnes e frutas-hortaliças. Ainda bem que temos, em um encontro como este, alguém que ainda fala verdades. (Francisco Berta Canibal, Arroio dos Ratos/RS)
Opinião Econômica
Lendo a coluna Opinião Econômica (Jornal do Comércio, 14/09/2018), em que o articulista defende a importância do diálogo político para buscar alívio (nem ouso dizer solução) para nossos enormes problemas econômicos e sociais, acho que devem se colocar alguns pontos. Sem dúvida o diagnóstico dele está correto e a única possibilidade de saída para a crise atual passa por um amplo debate político. Não obstante a discutível legitimidade da prisão de Lula e a indiscutível ilegitimidade política (e incompetência) do governo Temer, o diálogo proposto pelo articulista exigiria interlocutores capazes de enxergar a realidade como ela é e o uso de raciocínio lógico. E só será possível após as eleições deste ano. Cabe ao PT fazer alguma espécie de mea culpa por seu papel preponderante e decisivo na criação da maior crise econômica da história do País. Isto inclui o articulista que desempenhou papel de frente na área econômica do governo responsável pelo desastre econômico que nos aflige. (Darlei Worm Jr.)
Espaço Vital
Segundo o colunista Marco Antonio Birnfeld (Espaço Vital, Jornal do Comércio), gaúchos que gostam de ir à Argentina se aborrecem com uma nova constatação. É que a vizinha nação já está sendo chamada de país 30, 30, 30. Ele explica: é que atualmente tem 30% de sua população abaixo da linha de pobreza, a inflação é de 30% ao ano e o câmbio de cada dólar custa 30 pesos. (Hélio Freitag, jornalista, Pelotas/RS)
Eleições
Do jeito que está nossa política, sem candidatos confiáveis, penso que os R$ 1.800.000.000,00 destinados às campanhas eleitorais serão um grande desperdício. Poderiam ser aplicados nos projetos educacionais e, assim, desenvolvermos melhor consciência e cultura para elegermos melhor nossos políticos. Possivelmente nos anos 2030. (Ramiro Nunes de Almeida Filho, representante comercial)
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