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Porto Alegre, sábado, 01 de setembro de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 31/08/2018. Alterada em 31/08 às 01h00min

Toca do Disco

Morei por anos exatamente na frente da Toca do Disco e pude presenciar o carinho, a excelência e o trato que o Rogério tinha com clientes e amigos, sem falar do conhecimento de música que esse gaudério tem ("Loja de discos resiste às novas tecnologias", caderno GeraçãoE, Jornal do Comércio, 30/08/2018). Como eram prazerosas algumas horas investidas com ele para garimpar novos sons. Coisas que o mundo digital da música está desfazendo. Siga firme, meu amigo. (Dionis Roberto Tavares)
Perdas do Estado
Sobre o artigo "Por que o Rio Grande do Sul cresce menos?" (Jornal do Comércio, 21/08/2018), o Tratado de Versalhes que a Alemanha assinou é muito pior que o federalismo imposto ao Rio Grande do Sul. Na verdade, não é um federalismo, somos súdito de uma República. Em 14 anos, o Estado perde R$ 350 bilhões para a União, por isso que somos pobres. (Oneide Teixeira, Canoas/RS)
Eleições I
Os 13 candidatos à presidência devem ser da turma dos descongelados da novela "O tempo não para". Para esses políticos, o tempo parou há 132 anos, como os personagens da novela da Globo. Anacrônicos, fora de moda, com discurso ultrapassado, são peças de museu. Outros descongelados, candidatos ao Senado e à Câmara, são das bancadas da bala, do boi e da Bíblia. No mundo deles, ainda há escravatura, é tudo resolvido a tiro e o Estado não é laico. Voltem todos para 1886 ! (Paulo Sérgio Arisi)
Eleições II
O eleitorado brasileiro soma 147 milhões de pessoas em condições de votar, das quais 45 milhões não têm os requisitos primários em instrução, pois não têm o Ensino Fundamental completo, enquanto aqueles que possuem Ensino Superior completo somam 13 milhões de eleitores. O número inclui 7 milhões de analfabetos. Esperemos que os futuros eleitos tenham a intenção de mudar esse quadro de analfabetismo, mediante a criação de legislação e investimentos na educação. (Paulo Franquilin)
Nudes
Para aparecer, artistas tratam de posar nuas. Agora, fazem os tais nudes em casa, mesmo, com os celulares. "Casualmente", nas fotos, apareceram os seios, o bumbum ou todo o corpo. Mas são "fotos artísticas". Assumam que querem aparecer. (Rômulo Goaytagaz, Esteio/RS)
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Comentários
Dorian Bueno 31/08/2018 19h06min
Música em Disco de Vinil, é para Clientes Ecléticos!!!nnPor Dorian Bueno - Eu sou do tempo do disco de vinil de cantores de outros países e deste imenso Brasil. Uns eram compacto, pequeno, mas sempre bem redondinho e grandioso. Suas músicas eram tocadas em três rotações até com agulha de diamante. A qualidade sonora da gravação naqueles redondinhos pequenos ou nos espaçados e novinhos bolachões, era tri fascinante.Eu tinha o máximo de cuidado para a faixa preferida não ser arranhada, porque sabia que uma letra harmoniosa feita com paciência e tanto carinho além de poética, poderia ser aquela grandiosa música, às vezes delicada e certeira como uma cheirosa Flor. Ou seja, ela não podia jamais ser arrancada, rasgada, arranhada, e sem cuidados aos poucos machucada. Esta linda música precisava sim, bem na manha e devagarito, encontrar aquele casal que estava querendo ficar tri xonado. Eu como um DJ'S Cupido de ser, me divertia provocando através disto o inicio de uma paquera na balada, e ver harmonizar um novo lindo caso de AMOR. Porque com certeza a melodia confortava muitos corações apaixonados, e creio que muitos amores desde o primeiro olhar, tiveram uma fantástica trilha sonora para dançar de rosto colado, trocar beijos e guardar tudo na sua fantástica memória. nHoje não importa se foi no clube do coração, garagem ou na boate, mas que com certeza cada um de nós gosta de escutar aquela fantástica música, que faz parte da nossa história. O tempo foi passando como a nossa idade, hoje são relíquias de muito valor. Graças a Deus, eu sempre cuidei bem da minha enorme, variada e mesclada coletânea como se fosse um filho, algo sobrenatural de um infinito AMOR. Quando comprei o meu toca disco, rodava de tudo, ia da vanguarda a contemporânea, e fez parte da minha vida por 14 anos, mas hoje já não tenho mais como lhe ligar. O meu toca disco há muito tempo já parou, pifou e os meus discos não posso escutar.Ainda bem que todos os maravilhosos e variados VINIL estão bem guardados. Esperando um dia quem sabe voltar a ser novamente prestigiados e escutados. Abs. Dorian Bueno, POA, 31.08.2018