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Negócios

- Publicada em 16h52min, 24/12/2020. Atualizada em 18h07min, 24/12/2020.

Bolsas de NY têm ganhos em sessão de liquidez reduzida por Natal e pós-Brexit

Fechamento do acordo comercial entre Reino Unido e União Europeia repercutiu positivamente

Fechamento do acordo comercial entre Reino Unido e União Europeia repercutiu positivamente


CHRIS J RATCLIFFE/AFP/JC
As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira (24) em pregão de liquidez reduzida por conta da véspera do Natal. O fechamento do acordo comercial entre Reino Unido e União Europeia para o período subsequente ao Brexit repercutiu positivamente nos negócios.
As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira (24) em pregão de liquidez reduzida por conta da véspera do Natal. O fechamento do acordo comercial entre Reino Unido e União Europeia para o período subsequente ao Brexit repercutiu positivamente nos negócios.
O índice Dow Jones encerrou a sessão com ganho de 0,23%, a 30.199,87 pontos. O S&P 500 avançou 0,35%, a 3.703,06 pontos. O Nasdaq ganhou 0,26%, a 12.804,73 pontos. Devido ao feriado, os negócios funcionaram em período mais curto que o normal.
Após meses de intensas negociações, Londres e Bruxelas finalmente fecharam um tratado para ditar o comércio entre as duas partes após o fim do período de transição, em 1 de janeiro de 2021. O principal atributo do texto é que ele zera as tarifas de todos os bens transacionados entre as duas costas do Canal da Mancha. Essa será a primeira vez em que a UE retira 100% da estrutura tarifária com um de seus parceiros comerciais.
Investidores monitoraram também o andamento do pacote fiscal nos Estados Unidos. A presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, informou que a Casa votará, na próxima segunda-feira, um projeto de lei que prevê pagamento direto de US$ 2 mil à maioria dos americanos.
A manobra de Pelosi acontece após o presidente americano, Donald Trump, surpreender até mesmo correligionários ao revelar, em publicação no Twitter, que pode não sancionar o pacote de US$ 900 bilhões aprovado na segunda-feira pelo Congresso. O republicano, que tinha se afastado das negociações, reclamou do fato de a legislação incluir apenas US$ 600 para os cidadãos.
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