Porto Alegre, segunda-feira, 13 de setembro de 2021.
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Minuto Varejo

- Publicada em 22h51min, 13/09/2021. Atualizada em 23h25min, 13/09/2021.

Lojas buscam menos temporários e mais disponibilidade e proatividade de candidatos

Maior oferta de vagas será para vendedor e caixa nos estabelecimentos que forem contratar

Maior oferta de vagas será para vendedor e caixa nos estabelecimentos que forem contratar


PATRICIA COMUNELLO/ESPECIAL/JC
A pouco mais de quatro meses do Natal, a temporada de ouro de vendas do varejo, dois comportamentos foram identificados em pesquisa do Sindilojas de Porto Alegre sobre a abertura de vagas temporárias. Primeiro, uma oferta mais restrita, depois um indicativo: os contratados têm boas chance de ficar no emprego.
A pouco mais de quatro meses do Natal, a temporada de ouro de vendas do varejo, dois comportamentos foram identificados em pesquisa do Sindilojas de Porto Alegre sobre a abertura de vagas temporárias. Primeiro, uma oferta mais restrita, depois um indicativo: os contratados têm boas chance de ficar no emprego.
Segundo o Núcleo de Pesquisa da entidade, apenas 21% dos estabelecimentos dizem que vão reforçar as equipe de vendas. Outros 6% ainda não definiram o plano. Já 73% não vão ampliar o quadro.
Vagas de vendedor e caixa devem liderar a oferta. A média será de duas vagas com contrato por dois meses. Após o fim do ano, 69% das lojas "consideram efetivar temporários", informou o sindicato, em nota.
Uma das alavancas da oferta será a Black Friday, campanha de promoções que é realizada em fim de novembro. 
Outro detalhe curioso da sondagem é que os candidatos às vagas devem ficar atentos à ordem de critérios para a efetivação. Os lojistas devem priorizar disponibilidade de horários (87,5%), proatividade (78,1%), experiência (75%), entender o público (34,4%) e grau de instrução (18,1%).
Estabelecimentos que não vão contratar temporários alegaram, diz o Núcleo, como motivos principais já estar com quadro completo (43,9%), a pandemia (32,7%), não abrem este tipo de vaga (29,6%) e queda do movimento (23,5%). Outro detalhe é que 98% dos lojistas não possui mais funcionários com contrato suspenso, inseridos no programa do governo federal.
A base da apuração teve estabelecimentos de vestuário, calçados, cosmético/perfumaria e bazar/decoração situados em shopping centers (64%), em ruas (32,7%) e em centros comerciais (3,3%).
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