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- Publicada em 16h49min, 24/07/2020. Atualizada em 14h52min, 28/07/2020.

E-commerce faturou US$ 77 bilhões a mais desde início da pandemia

Níveis de compra estão maiores que os do período do final do ano passado

Níveis de compra estão maiores que os do período do final do ano passado


John Schnobrich/Unsplash/Divulgação/JC
O comércio eletrônico faturou, entre março e junho de 2020, US$ 77 bilhões a mais dos Estados Unidos do que o esperado pelos pesquisadores do Digital Economy Index (DEI), barômetro global da Adobe que analisa em tempo real o poder de compra digital dos consumidores. Só em junho, o gasto on-line foi de US$ 73,2 bilhões, aumento de 76,2% na comparação com números do mesmo mês de 2019. Os níveis de compra do e-commerce estão maiores que os do período de festas (novembro e dezembro) de 2019.
O comércio eletrônico faturou, entre março e junho de 2020, US$ 77 bilhões a mais dos Estados Unidos do que o esperado pelos pesquisadores do Digital Economy Index (DEI), barômetro global da Adobe que analisa em tempo real o poder de compra digital dos consumidores. Só em junho, o gasto on-line foi de US$ 73,2 bilhões, aumento de 76,2% na comparação com números do mesmo mês de 2019. Os níveis de compra do e-commerce estão maiores que os do período de festas (novembro e dezembro) de 2019.
"Por conta da quarentena, era esperado um crescimento das vendas on-line, que já estavam em ascensão. Entretanto, o estudo mostra que esse crescimento foi muito mais significativo do que havíamos imaginado", comenta a general manager na Magento, um companhia Adobe, Stella Guillaumon.
O isolamento social e a quarentena também reforçaram a relação dos consumidores com lojas on-line. O fluxo de clientes novos e o de clientes que retornam depois da primeira compra - movimento que impulsionou o aumento do gasto em maio - diminuiu em junho. Mas, o nível de consumidores leais (aqueles que fizeram duas ou mais compras) permaneceu estável. Isso aponta uma tendência de fidelização dos clientes, que, depois de se adaptarem ao comércio on-line, estão tornando as compras pela internet um hábito.
Embora a modalidade de compra on-line e retirada na loja esteja crescendo ano a ano - 130% em junho -, com o início da reabertura das lojas esse número diminuiu 21% em relação ao constatado em maio. Ainda assim, 23% dos consumidores preferem comprar on-line e retirar na loja a receber os produtos em casa, provavelmente porque conseguem economizar o preço do frete e receber o pedido com mais agilidade.
O relatório também aponta a redução de um padrão do começo da pandemia: a compra de grandes quantidades de itens de supermercado para estocar. Em fevereiro, diante da preocupação quanto aos efeitos da pandemia, o tamanho médio do carrinho de compras on-line desses itens começou a crescer. Agora, está diminuindo. Essa redução está relacionada a fatores como aumento dos preços, reabertura de lojas físicas e consumidores mais habituados ao cenário atual.
O Adobe Digital Economy Index analisa de mais de 1 trilhão de visitas a sites e mais de 100 milhões de produtos para poder avaliar esse mercado. O Adobe Analytics mede transações de 80% dos principais varejistas on-line dos EUA.
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