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04/06/2020 - 18h51min. Alterada em 04/06 às 18h51min

Agibank mantém crescimento e deve inaugurar 100 agências esse ano

Marciano Testa destaca novos serviços lançados para apoiar jornada digital dos clientes

Marciano Testa destaca novos serviços lançados para apoiar jornada digital dos clientes


NÍCOLAS CHIDEM/JC
Aumento no volume de transações digitais realizadas pelos clientes, novos produtos sendo entregues, mais de 50 pessoas contratadas durante a quarentena e planos de transformar o modelo de home office em algo definitivo. Passados alguns meses desde o início dos efeitos mais restritos da pandemia e das ações de isolamento social, o Agibank tem bons resultados para comemorar.
Aumento no volume de transações digitais realizadas pelos clientes, novos produtos sendo entregues, mais de 50 pessoas contratadas durante a quarentena e planos de transformar o modelo de home office em algo definitivo. Passados alguns meses desde o início dos efeitos mais restritos da pandemia e das ações de isolamento social, o Agibank tem bons resultados para comemorar.
“Nada parou por aqui. Estávamos com um plano de crescimento muito acelerado, tivemos que readequar algumas coisas, mas continuamos avançando”, comenta o CEO do Agibank, Marciano Testa.
Claro que nem tudo está podendo ser feito como o esperado. A meta era inaugurar 170 agências físicas esse ano, e possivelmente esse número chegará a 100 unidades – o que, aliás, não é nada mal para um cenário de incertezas. Para atender as novas demandas, foram 52 colaboradores contratados neste período de quarentena – somando 281 novas vagas de trabalho preenchidas desde o início de 2020.
O executivo relembra que, quando começaram a aparecer os sinais da gravidade da pandemia, o primeiro questionamento feito foi: como fazer um banco funcionar em modelo de pandemia? A partir daí começaram a ser desenhadas as repostas para a instituição, que tem mais de 600 pontos de atendimento em todo o Brasil e disponibiliza mais de 30 mil terminais para saque.
As primeiras decisões envolveram a criação de um comitê de crise e a adoção de protocolos e procedimentos a serem seguidos por todos, mesmo antes dos decretos oficiais. Feito isso, os cerca de 1,5 mil profissionais da sede da empresa, na Avenida Mostardeiro, em Porto Alegre, e na rede de atendimento, que fica no Quarto Distrito, começaram a trabalhar em esquema de home office. Só ficaram fazendo atendimento presencial os profissionais das agências.
Passada a complexidade do momento inicial de migração para esse modelo, o banco avançou para a construção de um modelo híbrido, que concilia o home office com idas ao escritório para agendas bem mais focadas em colaboração e alinhamento estratégico. “Já iniciamos, inclusive, um estudo para mudar a nossa sede e passar a ter espaços de convivência para receber as pessoas que trabalham em home office, com ambientes para reuniões e interação com os demais membros do time”, diz Testa. A perspectiva também é não ter mais mesa fixa, e todos poderão trabalhar de qualquer ponto da companhia.
Outra medida tomada pelo Agibank, que já é um banco digital omnichannel, foi ativar mais serviços neste canal. Um dos resultados foi o crescimento de 39,6% na utilização dos canais digitais nos primeiros meses do ano, taxa cinco vezes maior do que a concorrência, considerando clientes acima de 50 anos.
Entre as novidades, os mais de 1 milhão de clientes puderam começar a refinanciar operações de crédito por meio do aplicativo, telefone e caixa eletrônico. “Surgiram ideias inovadoras que aceleraram esse processo”, conta Testa. Uma delas foi um aplicativo com QR Code que permite que os clientes usem os terminais de atendimento, como Banco 24 Horas, sem precisar de cartão e sem tocar nos botões, algo importante em tempos de riscos de contaminação. Toda transação é feita pelo app do Agibank.
“A nossa estratégia é omnichannel, sendo o ponto físico um canal essencial para impulsionar a digitalização do nosso cliente”, comenta o CEO.
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