Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 08 de novembro de 2019.
Dia Mundial do Urbanismo.

Jornal do Comércio

07/11/2019 - 20h45min.
Alterada em 08/11 às 15h15min
COMENTAR | CORRIGIR

Estudo de pesquisadores gaúchos é citado na Nature comemorativa de 150 anos

Prates, Lamb e Avelar acreditam que fenômeno tem origem nos dados de treinamento

Prates, Lamb e Avelar acreditam que fenômeno tem origem nos dados de treinamento


LUIZA PRADO/JC
O estudo feito pelos pesquisadores da UFRGS Luis Lamb (coordenador do projeto) e os seus orientandos Marcelo de Oliveira Rosa Prates e Pedro Henrique Costa Avelar, que identificou que o Google Tradutor apresenta viés de gênero, foi citado em um artigo publicado agora em novembro no número de comemoração dos 150 anos da Nature, mais tradicional publicação científica mundial.
O estudo feito pelos pesquisadores da UFRGS Luis Lamb (coordenador do projeto) e os seus orientandos Marcelo de Oliveira Rosa Prates e Pedro Henrique Costa Avelar, que identificou que o Google Tradutor apresenta viés de gênero, foi citado em um artigo publicado agora em novembro no número de comemoração dos 150 anos da Nature, mais tradicional publicação científica mundial.
A referência ao estudo brasileiro foi feita na reportagem "Sex and gender analysis improves Science and engineering". Os brasileiros levantaram um conjunto abrangente de profissões do U.S. Bureau of Labor Statistics e usaram para construir sentenças em construções do tipo “Ele (a) é um (a) Engenheiro (a) Enfermeiro (a) Médico (a) em 12 linguagens diferentes que admitem gênero neutro, ou seja, que admitem pronomes que não indicam gênero masculino ou feminino especificamente.
Ao coletar estatísticas a respeito da frequência de tradução com pronomes femininos, masculinos ou neutros, observaram que o Google Tradutor apresentava viés para traduções masculinas. Os pronomes masculinos aparecem em 59% das traduções contra 16% de femininos, 12% de neutros e 13% de erros de tradução.
Em categorias de profissões mais estereotipadas, como as de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), esse fenômeno é mais pronunciado. Os pesquisadores concluíram que o Google Tradutor apresenta viés de gênero, que provavelmente é um fenômeno que está implícito nos dados de treinamento. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia
Patrícia Knebel
Patrícia Knebel
Ecossistemas de inovação, tendências globais para os negócios, marketing digital, as tecnologias que são os pilares da transformação digital (como mobilidade, Internet das Coisas e Big Data) e todas as novidades que impactam o comportamento dos consumidores e o futuro das empresas e das cidades estão na coluna Mercado Digital. Estou feliz por você estar aqui.