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Porto Alegre, terça-feira, 01 de outubro de 2019.
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Jornal do Comércio

01/10/2019 - 18h14min.
Alterada em 01/10 às 18h14min
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Novos iPhones têm evolução em bateria, display e câmera

iPhone 11 será lançado no dia 18 de outubro no Brasil

iPhone 11 será lançado no dia 18 de outubro no Brasil


APPLE/DIVULGAÇÃO/JC
A tríade bateria, câmera e display dão o tom das evoluções dos novos iPhones lançados pela Apple mundialmente em setembro e que chegam nas lojas brasileiras no dia 18 de outubro. Melhorias estão presentes no modelo de entrada, o iPhone 11, mas se intensificam no iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max, como a tela Super Retina XDR e o sistema de câmera tripla (ultra-angular, grande-angular e teleobjetiva). “Não é um lançamento revolucionário, mas é evolucionário em todos os aspectos”, analisa o professor de Comunicação Digital da Pucrs, Eduardo Pellanda, que já testou os novos modelos.
A tríade bateria, câmera e display dão o tom das evoluções dos novos iPhones lançados pela Apple mundialmente em setembro e que chegam nas lojas brasileiras no dia 18 de outubro. Melhorias estão presentes no modelo de entrada, o iPhone 11, mas se intensificam no iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max, como a tela Super Retina XDR e o sistema de câmera tripla (ultra-angular, grande-angular e teleobjetiva). “Não é um lançamento revolucionário, mas é evolucionário em todos os aspectos”, analisa o professor de Comunicação Digital da Pucrs, Eduardo Pellanda, que já testou os novos modelos.
Os lançamentos trazem mudanças em algumas premissas que, até bem pouco tempo, eram intocáveis para a Apple. Uma delas é que o smartphone precisa ser sempre o mais fino possível, mesmo comprometendo a bateria. “Eles tiraram alguns componentes e a bateria teve espaço para crescer, aumentando o tempo de duração em relação aos modelos anteriores”, cita Pellanda.
O chip A13 Bionic oferece velocidade até 20% maior de CPU e GPU que o chip A12. Ele foi projetado para o aprendizado de máquina, com Neural Engine para fazer análises de fotos e vídeos em tempo real e novos aceleradores de aprendizado de máquina que permitem que a CPU faça mais de 1 trilhão de operações por segundo. A câmera tripla também é um avanço. “A Apple não foi pioneira neste recurso, mas conseguiu deixar esse processo muito mais refinado a partir da calibração das três câmeras”, comenta Pellanda.
A fabricante prometeu um aparelho mais robusto, e cumpriu. O iPhone 11 Pro e o iPhone 11 Pro Max têm vidro matte texturizado na parte de trás e moldura de aço inoxidável polido. Os novos modelos são mais resistentes a quedas e devem até permitir que o uso sem a capa.
Pellanda destaca as melhorias e comenta que inovar no mercado de smartphones está cada vez mais complicado. “A imensa quantidade de componentes e sensores diferentes existentes hoje nos dispositivos criam algumas limitações. Uma empresa como a Apple, que fabrica milhões de telefones, precisa ter margem de lucro”, analisa. O display OLED, por exemplo, é muito caro e pois isso não está no iPhone 11, que é o aparelho de entrada da nova versão, e apenas nos demais modelos da nova versão. Aliás, para o especialista, essa preocupação marca a era Tim Cook na comparação com o período de Steve Jobs. “Foi ele que ajudou a dar escala mundial para os produtos da Apple”, acrescenta.
Uma questão que tem despertado preocupação dos brasileiros que costumam aproveitar a ida aos Estados Unidos para passar em uma loja da Apple e adquirir o seu smartphone mais barato é a questão do 4G. Isso porque, assim como já aconteceu com os modelos anteriores da fabricante, os iPhones 11 comprados na América do Norte são incompatíveis com a faixa de 700 MHz do Brasil, a banda 28, que era utilizada localmente pelos canais de TV analógica. Com a chegada do sinal digital, ela foi cedida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para o uso na transmissão de banda larga móvel com maior alcance. Vivo, TIM e Claro já tem essa autorização.
Isso não significa que quem comprar os novos iPhones não terá acesso ao 4G do Brasil, já que as pessoas poderão usar as faixas 2.600 MHz (banda 7) e 1.800 MHz (banda 3). Nas áreas dependentes do 700 MHz, resta a opção do 3G. “Na cidade o uso do 4G não deve ficar comprometido. O risco maior é no interior e nas estradas”, projeta.
O iPhone 11 está disponível nos de 64 GB, 128 GB e 256 GB a partir de US$ 699,00 nos EUA. O iPhone 11 Pro e o iPhone 11 Pro Max podem ser adquiridos nas capacidades de 64 GB, 256 GB e 512 GB a partir de US$ 999 e US$ 1.099, respectivamente. Os valores para o Brasil ainda não foram anunciados.
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Patrícia Knebel
Patrícia Knebel
Ecossistemas de inovação, tendências globais para os negócios, marketing digital, as tecnologias que são os pilares da transformação digital (como mobilidade, Internet das Coisas e Big Data) e todas as novidades que impactam o comportamento dos consumidores e o futuro das empresas e das cidades estão na coluna Mercado Digital. Estou feliz por você estar aqui.