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Porto Alegre, sexta-feira, 24 de maio de 2019.
Dia Nacional do Café.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 23/05/2019.
Alterada em 24/05 às 13h50min
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Após acordo com Jurídico do WhatsApp, startup gaúcha muda de nome

Marlon Candido, Marcelo Wagner e Maicon Ferreira, sócios da startup

Marlon Candido, Marcelo Wagner e Maicon Ferreira, sócios da startup


/DIVULGAÇÃO/JC
A startup gaúcha Whatsshare agora atende pelo nome de Suiteshare. O anúncio foi feito na quarta-feira, e a mudança atende a um pedido do WhatsApp, que tem feito uma varredura por negócios pelo Brasil que usam a plataforma para identificar possíveis violações nos termos de uso – em alguns casos as operações estão tendo que ser descontinuadas. No caso da startup, a restrição foi apenas com a questão do nome parecido.
A empresa trabalha em cima de APIs do WhatsApp para transformar o número em um link, o que possibilita que as empresas possam usá-lo em ambientes digitais. Sabe quando você acessa um site e lá está o símbolo do WhatsApp? Ao clicar, cai direto no chat e o diálogo já inicia.
O cofundador e gestor de negócios da Suiteshare, Marlon Candido conta que a mudança do nome acabou se conectando com o momento de expansão da operação. "Encaramos como uma oportunidade, pois já estávamos avançando para outras plataformas, como o Telegram e Messenger, e para incorporar novas funcionalidades, como a integração com soluções de CRM", conta.
A Suiteshare está completando um ano no mercado, tem 150 clientes e começou recentemente um processo de aceleração com a Ventiur – o que resultou em um aporte de R$ 150 mil. "Nossa meta é continuar crescendo 35% e internacionalizar nossa operação”, destaca Candido.
O primeiro investidor anjo
O mentor do InovAtiva Brasil, Anderson Diehl, foi o primeiro investidor anjo da agora Suiteshare e lembra que, desde o início, a operação dava sinais que pararia de pé. “Eu conheci eles em uma premiação, achei que a solução fazia muito sentido e que eles estava comprometidos”, relembra.
Na época, apenas o Maicon Ferreira estava full time na startup e os outros dois sócios – o Marcelo Wagner e o Marlon - trabalhavam em outras empresas. Diehl sugeriu que eles pedissem demissão e se concentrassem na operação. Investiu na empresa e passou a apoiar com mentoria. Ele lembra que o Maicon lhe disse na época: se você nos ajudar, em quatro a cinco meses estaremos nos pagando já.
“Em novembro, eu ainda estava fazendo os aportes, mas atrasei um pagamento porque estava viajando, mandei uma mensagem me desculpando e eles: não precisa se preocupar porque já não precisamos da grana. É muito bacana porque eles fizeram dar certo. Realizam esse acordo com o WhatsApp, estão vendendo para diversos países e firmaram integrações com players importantes como Piperun e HubSpot”, relata Diehl. 
Temos um exemplo de utilização dessa API aqui no Jornal do Comércio.
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Patrícia Knebel

Ecossistemas de inovação, tendências globais para os negócios, marketing digital, as tecnologias que são os pilares da transformação digital (como mobilidade, Internet das Coisas e Big Data) e todas as novidades que impactam o comportamento dos consumidores e o futuro das empresas e das cidades estão na coluna Mercado Digital. Estou feliz por você estar aqui.