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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de novembro de 2019.
Dia Mundial do Urbanismo.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 08/11/2019.
Alterada em 08/11 às 03h00min
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Em crosta de manjericão

Do jeito como facilmente se encontra salmão por aqui, esta receita fará sucesso

Do jeito como facilmente se encontra salmão por aqui, esta receita fará sucesso


MELCHIOR NETO/DIVULGAÇÃO/JC
Do jeito como facilmente se encontra salmão por aqui, esta receita fará sucesso, porque é de fácil de preparo e apresenta delicioso resultado. Ela foi enviada pelo chef paulista Melchior Neto, que garante: em 30 minutos ficará pronta. Experimente – e cronometre!
Do jeito como facilmente se encontra salmão por aqui, esta receita fará sucesso, porque é de fácil de preparo e apresenta delicioso resultado. Ela foi enviada pelo chef paulista Melchior Neto, que garante: em 30 minutos ficará pronta. Experimente – e cronometre!

Salmão com crosta de manjericão

Ingredientes
[quatro porções]
  • 1 kg de lombo salmão cortado em 4 partes iguais.
  • sal e pimenta do reino
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • salsa picada
  • 1 limão
  • folhas de um maço de manjericão
  • 2 fatias de pão de forma integral
  • raspas de um limão
Modo de preparo
  1. Temperar lombo (sem espinhas) com sal e pimenta do reino. Colocar em assadeira.
  2. Aquecer azeite em uma panela pequena, adicionar manteiga, salsa e, quando derreter, junte o suco de um limão.
  3. Regar o salmão com essa mistura e levar ao forno (pré-aquecido) a 200°C por 20 minutos.
  4. Enquanto isso, picar manjericão com uma faca, esfarelar fatias de pão de forma e misturar bem. Temperar com raspas de limão, sal e pimenta.
  5. Retirar salmão do forno, cobrir com a crosta de manjericão e regar com a manteiga que ficou na assadeira.
  6. Devolver ao forno para gratinar e depois servir.

Chef Claudia Krauspenhar

pan - viver - pires de miranda - gastronomia-OSTRAS - foto de RUBENS KATO - divulgação
Não pude constatar in loco, mas não duvidei: o cultivo de ostras vem crescendo
RUBENS KATO/DIVULGAÇÃO/JC
Outro dia, passando pela rua Florêncio Ygartua, em Porto Alegre, fui surpreendido por um quadro colocado na calçada, exibindo o menu de um bufê de almoço, cotado a R$ 25,00. Entre outras sugestões mais comuns, estavam inusitadas ostras gratinadas. Não pude constatar in loco, mas não duvidei: o cultivo de ostras vem crescendo, a ponto de transformar o que já foi iguaria de luxo em algo quase corriqueiro.
Em outras capitais, então... Em Florianópolis elas são recolhidas no dia e logo servidas, em restaurantes de Santo Antônio de Lisboa. No Ribeirão da Ilha, o Ostradamus é uma referência, aberto do meio-dia às 23h, com frutos do mar variados e, claro, ostras no menu.
Mas é em Curitiba que vamos encontrar a chef Claudia Krauspenhar (foto), que mensalmente promove, na varanda de seu K.sa Restaurante, um banquete de ostras preparadas na brasa. Sobre o tema, ela responde a três questões:
Quais os tipos de ostras mais comuns no Brasil?
Temos a ostra nativa, que há somente cinco anos é também cultivada por aqui e ganha em sabor no verão. E a ostra chamada do Pacífico, a mais comercializada, que requer desenvolvimento em laboratório.
Diferenças entre elas são detectadas facilmente?
As nativas têm concha robusta e carne menor, mas tendem a concentrar mais sabor e, por seu frescor, são indicadas para consumo in natura. As estrangeiras têm concha mais ondulada e alongada, se desenvolvem em apenas sete meses - a nativa precisa de dez. Possuem mais carne e são servidas assadas na brasa, gratinadas (foto) ou ao bafo.
A produção brasileira se concentra em Santa Catarina?
Sim, 97,9% dela. O restante vem de Paraná e São Paulo. Os três estados produzem as mesmas espécies, mas as peculiaridades do ambiente em que são cultivadas torna inigualável o sabor de cada ostra.

Bye, bye, Germânia

pan - viver - gastronomia - pires de miranda - GERMÂNIA - ENTRADA foto cpm - divulgação
A última edição será em 15 de dezembro, quando Lucio e Marco Behar deixarão o Sociedade Germânia.
CPM/ESPECIAL/JC
São 32 anos promovendo eventos nos salões da sociedade e montando elogiáveis bufês de almoço aos domingos. Destes, a última edição ocorrerá em 15 de dezembro, quando chef Lucio e o administrador Marco Behar, em comum acordo com a diretoria, deixarão o economato da tradicional Sociedade Germânia.
Por melhor que seja a substituição - e fala-se em Ernesto Pereira, que fez nome no mundo das pizzas e no saudoso Il Gattopardo -, o receio do colunista é perder uma de suas opções favoritas para almoçar aos domingos: ambiente agradável, com possibilidade de reservas, estacionamento amplo, coberto e gratuito, sem falar na qualidade do que compõe os bufês, isso tudo fica difícil encontrar.
Claro que chef Lucio continuará atendendo a eventos, seu catering está quase concluído, no bairro Três Figueiras. E existem ofertas para que aceite o economato de renomados clubes, o que talvez nos devolva os civilizados almoços dominicais.
Essas fotos foram colhidas domingo passado: mousse de salmão, caprese de berinjela, rosbife al pesto, duo de vagens com tomate-cereja e queijo coalho, em meu prato de entrada. Entre uma dezena de principais, preciosa tempura de merluza negra; no bufê de sobremesas, a indefectível lemon pie, um surpreendente Rei Alberto e esse lindo pudim de coco - não ligue para o acento na etiqueta, não corresponde ao sabor.
Os almoços na Germânia custam R$ 80,00 por pessoa. Reservas: (51) 3018-1656 ou (51) 9327-2897.
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