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Porto Alegre, sexta-feira, 13 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 13/09/2019.
Alterada em 12/09 às 21h17min
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Uma terrine saudável

ELECTROLUX/DIVULGAÇÃO/JC
Segundo sua autora, esta receita serve como prato principal, por suas qualidades nutricionais. E além de deliciosa, é saudável e fácil de preparar. Mãos à obra!

Terrine de salmão e espinafre

Por Cinthya Maggi, nutricionista
Ingredientes
[quatro porções]
  • 1 maço de espinafre
  • 3 ovos
  • 200g de creme de leite
  • 2 colheres (sopa) de amido de milho
  • 1 pitada de noz-moscada ralada
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 cebola picada
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 400g de salmão fresco, em cubos médios
  • 1 xícara (chá) de cogumelos Paris picados
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de cebolinha verde picada
Modo de preparo
1. Retirar folhas do espinafre, lavar bem e colocar em uma panela. Regar com duas colheres (sopa) de água e cozinhar com a panela tampada, em fogo baixo, por cerca de cinco minutos. Retirar, escorrer e reservar.
2. Em um liquidificador, bater ovos, creme de leite, amido de milho, noz moscada, sal e espinafre por dois minutos. Reservar.
3. Refogar cebola em azeite até amaciar, juntar salmão, cogumelos e sal. Mexer e manter no fogo por dois minutos, ou até que o salmão comece a perder a cor rosada.
4. Adicionar cebolinha verde e colocar no fundo de uma fôrma refratária média, untada com azeite. Por cima, despejar a mistura de espinafre, levar ao forno (200C), por cerca de 30 minutos e servir.

Longe da sofisticação, perto de ótimos sabores

ACARAJÉ foto cpm

CPM/ESPECIAL/JC
Alguns dias em São Paulo sempre nos proporcionam ótimas experiências gastronômicas. Claro que, com nosso Pedro a bordo, restaurantes sofisticados ficam fora da lista. O Consulado da Bahia, por exemplo, reúne simplicidade com culinária autêntica, saborosíssima e preços bem acessíveis. Nós o encontramos em uma esquina de Pinheiros, ainda repleto depois das 14h de sexta-feira. Começamos por dois enormes acarajés, com tijelinhas de vatapá, camarão e farofa de dendê (foto menor abaixo, R$ 22,00).
Das duas moquecas de pescada amarela pedidas, desistimos de uma por falta de apetite. Deu certinho para dois adultos, custou módicos R$ 51,00 (durante a semana, promoção de almoço).Vem com farofa, arroz, pirão e molho de pimenta (foto acima), uma delícia. Com água de coco (no próprio - R$ 7,90), mineral e gorjeta, somente R$ 95,37!
Outra boa surpresa foi a Boizão Steak Grill, no emergente Jardim Anália Franco. Apesar do nome da casa, acredite: fiz uma lauta refeição somente com pescados, como exemplifica a foto maior abaixo - siri, lulas, mexilhões etc. Andréia foi dos largos bufês de entradas frias e quentes até as carnes, passadas à mesa, onde dezenas de lascas de picanha fizeram a alegria do Pedro. Ele pagou R$ 44,95, cada um dos adultos, R$ 92,90. Abre diariamente, mas o horário de sextas a domingos é uma grandeza: das 11h30min às 23h. Reservas: (11) 2671-2022.
 

Moinhos, a Cidade Baixa será aqui

BOIZÃO foto cpm

CPM/ESPECIAL/JC
Incrível: a Banca 40, famosa por sua bomba de sorvete, também abandonou a Rua Padre Chagas, assim como a loja de sushis que havia ao lado, transferida para a Av. Nilo Peçanha. O prédio do finado Paris 6, ali pertinho, está sendo demolido depois de ano e meio sem locatário. A impressão é de que bastará mais uma daquelas badernas dedicadas a Saint Patrick para enxotar os bons comerciantes que ainda restam por lá.
Uma boa notícia é que o prédio do antigo Applebee's está sofrendo reformas. Segundo um flanelinha estabelecido nas proximidades, dará lugar a um pub. Se for bem comportado, como o Dado Pub, ótimo. Mas se pretender incentivar festejos ao ar livre... Imaginem a pacata Rua Fernando Gomes também bloqueada por camelôs vendendo cerveja, beberrões transformando fachadas de prédios em mitórios, como a cada ano acontece na Padre Chagas e em seus arredores.
As arruaças que infernizam moradores e afugentaram bons comerciantes da Cidade Baixa, em breve também se instalarão no bairro Moinhos de Vento. Diferentemente de civilizados cafés e restaurantes que ainda sobrevivem, teremos quiosques, espeluncas e casas noturnas que trazem indesejáveis frequentadores às calçadas e ao leito das ruas.
Seria demais esperar que a Prefeitura limitasse a venda de bebidas somente às mesas dos bares, que a Brigada Militar agisse sempre com a elogiável energia que adotou há algumas semanas na Av. Loureiro da Silva, tomada de assalto por desordeiros? Ou mesmo que considerasse a sugestão da vereadora Monica Leal e autorizasse esses, digamos eventos, em setores dos parques? Harmonia e Marinha do Brasil, por exemplo, têm espaço suficiente. O Sambódromo também. Ainda está em tempo de salvar o que Moinhos mantém de bom.
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