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Porto Alegre, sexta-feira, 23 de agosto de 2019.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

Gastronomia

homem na cozinha

Edição impressa de 23/08/2019. Alterada em 23/08 às 03h00min

Com vinhos do Alentejo

Moqueca de peixe

Moqueca de peixe


CPM/DIVULGAÇÃO/JC
Moqueca é digna representante da culinária brasileira, mas a harmonização sugerida por Jean Stelmach, embaixador dos Vinhos do Alentejo 2019, teria mesmo de ser com castas como Touriga Nacional, Semillon, Antão Vaz e Arinto, entre outros. O peixe fica seu critério, a recomendação do colunista é de que tenha carne firme, em postas espessas.
Moqueca é digna representante da culinária brasileira, mas a harmonização sugerida por Jean Stelmach, embaixador dos Vinhos do Alentejo 2019, teria mesmo de ser com castas como Touriga Nacional, Semillon, Antão Vaz e Arinto, entre outros. O peixe fica seu critério, a recomendação do colunista é de que tenha carne firme, em postas espessas.
Moqueca de peixe
Ingredientes (quatro porções):
  • 4 postas de garoupa, ou cação, ou robalo
  • 200 ml de leite de coco
  • 1 limão (somente o suco)
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher de sopa de azeite de dendê
  • 3 colheres (sopa) de coentro picado
  • 2 tomates fatiados
  • 1 pimentão amarelo fatiado
  • 1 pimentão vermelho fatiado
  • 1 cebola grande fatiada
Modo de preparar:
  1. Temperar postas de peixe com sal e limão. Espalhar bem e reservar.
  2. Em uma panela (média) de ferro ou de barro, fazer uma camada com metade da cebola, dos tomates e dos pimentões.
  3. Dispor postas de peixe, salpicar metade do coentro e cobrir com o restante de cebola, tomate e pimentões.
  4. Adicionar caldo de limão da marinada, leite de coco e azeite de dendê.
  5. Levar a panela ao fogo alto, tampada, até ferver. Ao levantar fervura abaixar o fogo e cozinhar por aproximadamente 15 minutos, ou até que o peixe fique macio ao toque do garfo.
  6. Desligar o fogo e salpicar o restante do coentro. Servir em seguida, com farofa de banana e arroz.

Repetindo a dose, com farofa

Vazio de Angus

Vazio de Angus


CPM/ESPECIAL/JC
Vou pouco ao sempre movimentado Barranco. Mas quando vou, não escapo de pedir o vazio de Angus, que já elogiei aqui pela textura, maciez, marmoreio... Depois de repetir a dose mais uma vez, festejando o aniversário do amigo João Helio Wolfrid, atrevo-me a sugerir que seja assado em duas partes, aquela mais estreita, que tem um naco de gordura na ponta, requerendo um tempo maior de braseiro, para que fique no mesmo ponto perfeito da que aparece em primeiro plano na foto.
A novidade da vez é que arrisquei pedir farofa como acompanhamento, insistindo para que fosse à frigideira na manteiga. Bem, o resultado foi a melhor farofa que degustei nos últimos tempos, fofa, molhadinha, dá para comer de garfo - sim, não resisti e fiz exatamente isso. Com a carne, então...
A porção de vazio atende a dois apetites normais, custou R$ 77,00; a farofa, R$ 14,00. E voltar em breve será inevitável - ainda agora me vem água na boca só de lembrar.
Em tempo: este texto estava pronto quando soube que o Barranco completou 50 anos de existência. Não é pouca coisa, parabéns!

Aos saudosistas de plantão

Criativos Compulsivos promoveu uma noite para relembrar o primeiro restaurante mexicano da capital

Criativos Compulsivos promoveu uma noite para relembrar o primeiro restaurante mexicano da capital


CRIATIVOS COMPULSIVOS/DIVULGAÇÃO/JC
Criativos Compulsivos promoveu semana passada uma noite para relembrar o Jalisco, o primeiro e bem sucedido restaurante mexicano da cidade, que existiu nos anos 1980 no bairro Auxiliadora. O jantar desencadeou o projeto ReComendo POA, que através de eventos periódicos pretende resgatar lembranças de outros locais que marcaram seus nomes na vida gastronômica de Porto Alegre.
A noite do Jalisco contou com sua proprietária Cristine Boelter, que levou às mesas receitas de seu menu original (olhe essa entrada na foto) e cervejas produzidas especialmente para a festa, à qual infelizmente não pude comparecer. Saudosista assumido, aplaudo daqui essa e as futuras iniciativas.
Como a do Séu - assim mesmo, com esse - que por um dia vai trazer de volta os cardápios dos extintos Bologna e Dal Padrino, restaurantes que por décadas formaram fiéis clientelas na av. Coronel Marcos. Os dois fecharam em novembro de 2017, para dar lugar a um centro comercial.
O reencontro será neste domingo, das 11h30min às 14h30min no Séu - Av. Guaíba, 1646, em Ipanema - e estarão disponíveis os pratos mais famosos de seus menus. Outras informações: comunicacao.seu@gmail.com ou (51) 99821-0296.

Rabo de Galo

Rafael Câmara, do bar Vasco 1020

Rafael Câmara, do bar Vasco 1020


CONCURSO NACIONAL DO RABO DE GALO/DIVULGAÇÃO/JC
Nesta semana, 44 bartenders de quatro estados competiram pelo título de "O Melhor Rabo de Galo do País". O vencedor foi Cássio Euzébio da Silva, do bar Balaio IMS, em segundo lugar ficou Daniel dos Anjos, do The Juniper 44°, ambos de São Paulo. Mas a receita que escolhemos é desse gaúcho aí da foto - Rafael Câmara, do bar Vasco 1020, que já tem seu endereço no nome.
Para criar seu coquetel, batizado de Nova Ivoti, ele usou 6 cl de cachaça Premium Black 3 anos (da Weber Haus), 2,5 cl de Carpano (vermute tinto italiano), 2 gotas de solução salina artesanal (10x100), bolohas de ar de Cynar e uma folha de limoeiro para decorar.
Tente fazer. Ou vá provar no Vasco 1020.
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