Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 05 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR
Carlos Pires de Miranda

Gastronomia

Edição impressa de 05/07/2019. Alterada em 05/07 às 03h00min

Melhores carnes nas mesas brasileiras

CPM/ESPECIAL/JC
A raça Angus consolidou uma imagem altamente positiva junto ao consumidor. É justo, os produtores e sua associação souberam adquirir credibilidade, o que chega a permitir a prática de preços recompensadores. Na verdade, a qualidade média das carnes, especialmente a bovina, que chegam à mesa do brasileiro, deu um salto - e não faz tanto tempo assim.
A raça Angus consolidou uma imagem altamente positiva junto ao consumidor. É justo, os produtores e sua associação souberam adquirir credibilidade, o que chega a permitir a prática de preços recompensadores. Na verdade, a qualidade média das carnes, especialmente a bovina, que chegam à mesa do brasileiro, deu um salto - e não faz tanto tempo assim.
Lembro-me de uma época em que, já colunista de gastronomia, era comum eu viajar a São Paulo, para almoçar e jantar em alto estilo nos diferenciados restaurantes de lá. No domingo, antes de ver algum bom jogo de futebol, uma visita a churrascarias era obrigatória. Somente em Buenos Aires havia algo parecido. Não era questão de fartura, mas de marmoreio, textura, maciez e sabor.
O costelão, por exemplo, conheci na Eduardo's - acho que nem existe mais -, na Consolação. Mas também havia a Rodeio, a Rubayat da Alameda Santos e outras que proporcionavam aos clientes nobres picanhas, além de cortes pouco conhecidos dos gaúchos. Inegável que a carne em São Paulo era muito melhor do que a do nosso Rio Grande.
Era. Atualmente não mais, graças à diversidade de raças e marcas que nos são oferecidas. Olhem essa maravilha da foto acima, assada lentamente, chamada de costela premium (R$ 192,00, em porção dupla, com acompanhamentos); ou essas short ribs, igualmente saborosíssimas (ao lado). Eu as degustei em Gramado, no Malbec Restaurante, como parte do Festival de Angus, que começou dia 15 de junho e prosseguirá até 25 de agosto.
O cardápio do festival tem mais, sempre em porções para duas pessoas: maminha, vazio, bombom de alcatra ao molho de queijos, baby beef com cebola caramelada e Provolone gratinado e T-bone. Com eles vêm à mesa seis molhos, legumes assados, aipim, farofa de pinhão e arroz branco.
Malbec Restaurante
  • Av. Borges de Medeiros, em frente à Praça das Etnias
  • Aberto diariamente, das 11h30min às 23h30min
  • Reservas: (54) 3286-5174 e 99190-2515
  • Transporte gratuito desde os hotéis de Gramado

Em guerra contra o frio


PLAZA SÃO RAFAEL/DIVULGAÇÃO/JC
Com o frio que temos enfrentado nada mais inspirador do que sopas e feijoadas. Estas têm dois endereços certeiros, lastreados na tradição e no cuidado na elaboração do brasileiríssimo prato. Os acompanhamentos são semelhantes: os básicos arroz branco, couve desfiada e farofa, mais algumas friturinhas. As panelas de ferro oferecem feijão e as carnes de porco - incluindo os miúdos, que muita gente aprecia - todas civilizadamente separadas.
No Deville os diferenciais começam na mesa do lobby: batidas de cachaça e irresistíveis acarajés, montados na hora são uma parada obrigatória. Os bufês de saladas e de sobremesas sugerem atraentes inícios e finais da refeição. Custo por pessoa: R$ 82,00 ( 10%). Reservas: (51) 3373-5000. Estacionamento (pago) no parque do hotel.
No Plaza São Rafael, que herdou a feijoada e os mais de 40 anos de sucesso do Plazinha, o destaque é o feijão branco, que integra o elenco de panelas de ferro com a feijoada clássica (foto) e suas carnes. O balcão de sobremesas é uma amostragem da culinária gaúcha: sagu, pudim, arroz de leite e outras. Preço: R$ 73,00 ( 10%). Av. Alberto Bins 514, estacionamento (pago) com manobristas à frente. Reservas: (51) 3220-7000.
 

Adega


JOLIMONT/DIVULGAÇÃO/JC
  • Jolimont, há décadas voltada à produção de vinhos artesanais, está na Estação Campos de Canella, com sua CasaJolí (foto). É um bistrô que oferece mais de 20 rótulos de vinhos, espumantes e cervejas em taça. Além das bebidas, um cardápio de bruschettas está disponível.
  • Vinícola Garibaldi tem nova linha de vinhos: Chardonnay Terroir (safra 2019), Merlot (2018, na foto) e Cabernet Sauvignon Reserva (2018), com "foco no consumidor mais maduro, que busca produtos de alto padrão", esclarece o gerente de marketing Maiquel Vignatti.
  • A partir deste sábado, às 20h, o Bamboo Bar irá operar com vinho encanado. Serão duas torneiras, uma de branco outra de tinto, posicionadas em cinco pontos próximos às mesas. O ingresso é para consumo livre. Rua Henry Hugo Dreher, 92, bairro Planalto. Em Bento Gonçalves, onde mais?
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia